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terça-feira, 5 de abril de 2022

Por qué Patria Grande : Teoria y praxis de una política latinoamericana en tiempos de pandemia

🌎 Palestra com o geopolitólogo, pesquisador e professor Dr. Miguel Ángel Barrios, referente ao lançamento do seu novo livro: "Por qué Patria Grande : Teoria y praxis de una política latinoamericana en tiempos de pandemia", com Prefácio de Samuel Pinheiro Guimarães. 

🌎 Breve resumo do currículo do Prof. Dr. Miguel Ángel Barrios: Geopolitólogo, Profesor Invitado de la Cátedra Universitaria “Juan Domingo Perón” de la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la Universidad Nacional de Rosario. Fue profesor de la Universidad de Morón, y invitado Universidad del Salvador, Instituto de Altos Estudios Diplomáticos “Pedro Gual” , Escuela de Políticas Públicas Círculo de Legisladores del Congreso de la Nación, Escuela de Defensa Nacional del Ministerio de Defensa Nacional de la República Argentina Doutor en Ciencia Política Doutor en Ciencias de la Educación Magister en Sociología. Magister en Ciencias de la Educación Diploma en Relaciones Internacionales Experto en Gestión y Planificación de Políticas de Seguridad Ha escrito quince obras de política latinoamericana. Profesor universitario, Investigador y Consultor Internacional. Ha dictado seminarios, cursos y conferencias en Universidades y Academias Diplomáticas de América Latina, Europa, Asia y África.

 O livro "Por qué Patria Grande : Teoria y praxis de una política latinoamericana en tiempos de pandemia", é uma publicação disponível na Editora Biblos : https://www.editorialbiblos.com.ar/libro/por-que-patria-grande_138819/

quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Ciclo de Palestras de Geopolítica : "Geopolítica, infraestrutura e segurança Internacional na América do Sul"

Ciclo de Palestras de Geopolítica : "Geopolítica, infraestrutura e segurança Internacional na América do Sul"

 

 Projeto de Extensão "Ciclo de Debates de Geopolítica: Infraestrutura, Geopolítica e Economia Política da Integração Energética no Cone Sul" (UNILA-PPGICAL).

 

  

Neste primeiro tema, contamos com a participação da Dr.a Graciela de Conti Pagliari e do prof. Dr. Lucas Kerr Oliveira.

A Dr.a Graciela de Conti Pagliari é Professora Associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com atuação no Programa de Pós Graduação em Relações Internacionais. É autora do livro "O Brasil e a Segurança na América do Sul" (2009) e co-autora do "Guia de Defesa Cibernética na América do Sul" (2017). Tem experiência na área de Relações Internacionais, com ênfase em Relações Internacionais, Bilaterais e Multilaterais, atuando principalmente nos seguintes temas: Segurança Internacional (regional e comparada), Defesa e Política Internacional. É pesquisadora e vice-líder do Grupo Brasil e as Américas. 

O Dr. Lucas Kerr de Oliveira é Professor Adjunto na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), onde atua no Programa de Pós-Graduação em Integração Contemporânea na América Latina. Atualmente é pesquisador colaborador do Centro de Estudos Internacionais sobre Governo (CEGOV), do Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia (ISAPE) e do Núcleo Brasileiro de Estratégia e Relações Internacionais (NERINT), e coordenador do Núcleo de Estudos de Estratégia, Geopolítica e Integração Regional (NEEGI) da UNILA.

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Vídeo Debate: "Cooperação Técnica Internacional: Saúde e Educação"


Canal do NEEGI no Youtube

06/agosto/2020

"Cooperação Técnica Internacional: Saúde e Educação"📺






Debates Online do NEEGI


"Cooperação Técnica Internacional: Saúde e Educação" 
Neste programa ao vivo do NEEGI contamos com a presença do Prof. Dr. Bruno Sadeck. Mestre em Ciência Política pela Universidade de Brasília - UnB (2006) e Doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (2014) na linha de Política Internacional. Professor Adjunto da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no curso de Relações Internacionais. O professor Bruno atuou na Assessoria Internacional (coordenador do Setor Educacional do MERCOSUL) e na Secretaria de Regulação e na Supervisão da Educação Superior - SERES (colaborador técnico) do Ministério da Educação. Também trabalhou na Secretaria de Relações Institucionais (Subchefia de Assuntos Federativos) da Presidência da República e na Secretaria Nacional de Articulação Social. 
 Para verificar o currículo dos palestrantes e debatedores, basta acessar os links a seguir: 
Prof. Dr. Lucas Kerr Oliveira | http://lattes.cnpq.br/4584511557852332 
Prof. Dr. Bruno R. Viana Sadeck Santos | http://lattes.cnpq.br/4903586823158464

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Desafios geopolíticos para a Integração Energética Regional

Integração Energética Regional: desafios geopolíticos

08/05/2015

A energia é uma das principais preocupações em todo o mundo. A agenda internacional de sustentabilidade está cada vez mais vinculada à segurança do abastecimento energético. As mudanças climáticas já são uma realidade tangível e um exemplo de seu impacto é a relação entre o aquecimento global e a disponibilidade de água. Recentes cenários de escassez hídrica impõem um novo desafio para os países que decidiram construir suas plantas de energia baseados na energia hidrelétrica. Por ser um insumo importante para a produção, a energia desempenha um papel fundamental no plano do desenvolvimento dos países de rendimento médio. Esses países experimentaram anos de crescimento e melhora da qualidade de vida de sua população, conduzindo a um maior consumo de energia. Em suma, a produção está diminuindo; ao passo que o consumo está elevando. Enfrentar esses desafios requer necessariamente a cooperação entre nações através da integração regional. Mecanismos de integração são múltiplos na região. Com a incorporação da Venezuela, Mercosul converteu-se em uma potência mundial de energia: é o quarto maior produtor de petróleo bruto, depois de Arábia Saudita, Rússia e Estados Unidos. A Unasul, por sua vez, tem dois conselhos que tratam diretamente dos desafios energéticos: o Conselho Energético Sul-americano (CES) e o Conselho Sul-americano de Infraestrutura e Planejamento (COSIPLAN). Por outro lado, a CELAC promove reuniões dos Ministros de Energia para o intercâmbio de experiências e pontos de vista sobre a segurança energética, o desenvolvimento sustentável e o uso adequado e equilibrado da energia. Além disso, a OLADE, que se formou em resposta à crise energética da década de 1970, proporciona apoio técnico e político aos países para alcançar a integração e o desenvolvimento no mercado energético regional. Apesar da existência de tais mecanismos, é necessário avançar com projetos concretos para enfrentar os desafios climáticos e geopolíticos atuais da integração. Nesse sentido, convidamos todos a refletir sobre possíveis avanços.

La energía es una de las principales preocupaciones en todo el mundo. La agenda internacional de sostenibilidad está cada vez más vinculada a la seguridad del abastecimiento energético. El cambio climático ya es una realidad tangible y un ejemplo de su impacto es la relación entre el calentamiento global y la disponibilidad de agua. Escenarios recientes de la escasez del agua han puesto un nuevo desafío para los países que han decidido construir sus plantas de energía basados en la energía hidroeléctrica. La energía es un insumo importante para la producción y, por lo tanto, desempeña un papel fundamental en la planificación del desarrollo de los países de ingresos medios. Estos países han experimentado años de crecimiento y mejoramiento del nivel de vida de su población, lo que conduzco a un mayor consumo de energía. En suma, la producción está disminuyendo; aunque el consumo se está elevando. Hacer frente a estos retos requiere necesariamente de la cooperación entre las naciones a través de la integración regional. Mecanismos de integración son múltiples en la región. Con la incorporación de Venezuela, Mercosur se ha convertido en una potencia mundial de energía: es el cuarto mayor productor de petróleo crudo, después de Arabia Saudita, Rusia y Estados Unidos. Asimismo, Unasur tiene dos consejos que tratan directamente con los desafíos energéticos: el Consejo Energético Suramericano (CES) y el Consejo Suramericano de Infraestructura y Planeamiento (COSIPLAN). Por otro lado, CELAC promueve reuniones de los Ministros de Energía para el intercambio de experiencias y puntos de vista sobre la seguridad energética, el desarrollo sostenible y el uso adecuado y equilibrado de la energía. Además, OLADE, que se formó en respuesta a la crisis energética de la década de 1970, proporciona apoyo técnico y político a los países para lograr la integración y el desarrollo en el mercado energético regional. A pesar de la existencia de tales mecanismos, es necesario avanzar con proyectos concretos para hacer frente a los desafíos climáticos y geopolíticos actuales de la integración. En este sentido, invitamos a todos a reflexionar sobre posibles avances.
  • Download áudio PAINEL 1 - Contextualizando a integração regional
    00:00:00 - 01:27:09
  • Download áudio PANEL 1 - Contextualizando la integración energética regional
  • 00:00:00 -01:26:13
     
  •  Download áudio PANEL 1 - Contextualizing the Energy Integration
  • 00:00:00 -01:32:35
     

  • Download áudio PAINEL 2 – Avançando a matriz energética regional
  • 00:00:00 -01:21:29

  • Download áudio PANEL 2 - Desplegando la matriz energética regional
  • 00:00:00 -01:21:06
     
  • Download áudio PANEL 2 - Improving the matrix regional energy
  • 00:00:00 - 01:29:01
     
     
  • Download áudio PAINEL 3 – Os desafios geopolíticos do abastecimento energético: integração energética bi ou multilateral
  • 00:00:00 - 01:17:23
     
  • Download áudio PANEL 3 - Los desafíos geopolíticos del abastecimiento energético: Integración energética bi o multilateral
  • 00:00:00 - 01:24:36
     
  • Download áudio PANEL 3 - Geopolitical challenges of suply energy: bi or multilateral energy integration
  • 00:00:00 - 01:43:40
     
     
  • Download áudio PAINEL 4 - Os impactos das mudanças climáticas no abastecimento de água e a energia hidrelética
  • 00:00:00 - 01:15:59
     
  • Download áudio PANEL 4 - Los impactos del cambio climático hacia el abastecimiento de agua y la energía hidroeléctrica
  • 00:00:00 - 01:22:42

  • Download áudio PANEL 4 - The impacts of climate changes on water supply and hydroelectric energy
  • 00:00:00 - 01:43:40
     
     
     


    quarta-feira, 29 de maio de 2013








    Blog do Miro,  terça-feira, 28 de maio de 2013 

    EUA conspiram na Aliança do Pacífico

    Por Altamiro Borges





     O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, chega nesta quarta-feira (28) ao Brasil. Entre outros motivos da visita, o representante do império em declínio tenta fazer vingar o novo projeto de colonização da América Latina e Central, a chamada Aliança do Pacífico. Na segunda-feira, na primeira parada da sua viagem pela região, ele afirmou ao presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, que os EUA têm o maior interesse no fortalecimento do novo bloco comercial e que o seu país deseja participar da iniciativa como “observador”. Pura balela! O império aposta as suas fichas na Aliança do Pacífico para enfraquecer o Mercosul e outras iniciativas de integração soberana da região.



    O novo bloco foi criado em junho passado e reúne Colômbia, Chile, México e Peru. Com exceção do último país, todos os demais são governados por forças de direita que têm sólidos vínculos com os EUA. Como confessou a Folha num artigo publicado nesta quarta-feira, “especialistas veem na aliança um possível isolamento do Brasil e do Mercosul”. A inesperada turnê do vice-presidente teria como objetivo aplainar este terreno. Joe Biden manterá reuniões com executivos de multinacionais e com a presidente da Petrobras, Graça Foster. “De acordo com o consulado norte-americano, o objetivo da viagem é estreitar os laços bilaterais e aumentar a cooperação entre os dois países”, relata a Folha.

    Diferentemente do que divulga a mídia colonizada, porém, a Aliança do Pacífico não tem qualquer intenção de reforçar a cooperação entre as nações da América Latina. Na prática, ela é uma tentativa de reedição da fracassada Área de Livre Comércio das Américas (Alca), uma iniciativa colonialista dos EUA que foi enterrada a partir da resistência dos governos progressistas da região. Como aponta o jornalista Mauro Santayana, um nacionalista convicto, “os adversários históricos [da integração soberana da América Latina] não descansam” e a Aliança do Pacífico é mais uma investida imperial, “sob a liderança dos Estados Unidos e da Espanha”, para enfraquecer o Mercosul.