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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Trem-bala chinês: ferrovia de alta-velocidade Pequim-Xangai é concluida, entrando em operação a partir de 2011

CRI


15/11/2010

Concluída ferrovia de trem-bala entre Beijing e Shanghai, na China

Xie Haitian

Foi concluída hoje (15) a construção de uma ferrovia de alta velocidade entre Beijing e Shanghai, na China, que entrará em funcionamento entre 2011 e 2012. O percurso entre as duas cidades poderá ser feito em quatro horas.

O investimento geral na ferrovia é superior a 220 bilhões de yuans. A linha tem comprimento total de 1.300 km, o que representa a distância mais longa e com a mais alta tecnologia empregada no mundo.

A velocidade prevista do trem-bala é de 350 km/h, a máxima pode chegar a até 380 km/h, o que o faz ser conhecido como "avião de terra". 

Além disso, a linha consegue transportar 80 milhões de passageiros por ano em uma direção.

Até o momento, o comprimento das ferrovias em funcionamento na China já atingiu até 7.431 km, colocando o país na primeira colocação mundial em malha ferroviária.

 
 

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People's Daily Online

13:53, November 15, 2010

Beijing-Shanghai high speed rail to run in 2011


The overall track-laying run-through ceremony of the Beijing-Shanghai high-speed railway line was held in Central China’s Bengbu City On Nov. 15, marking the remarkable project staged into testing and commissioning phase.

The high-speed rail with maximum speed of 380 kilometers per hour crossing the 1,318 kilometers of Beijing to Shanghai line required higher and more precise requirements over the track.

To ensure the safe, high-speed and stable operation of the train, the Beijing-Shanghai high-speed rail line utilized the Chinese Railway Type II slab tracks, the world's most advanced track system. These tracks replaced the traditional railway ballast by concrete paved board with the base structure to reduce the vibration noise of the high speed rail with sound track geometrical conditions that will provide better comfort for passengers.

The Beijing-Shanghai high-speed rail track system also created a number of domestic and international records. It will be put into formal operation in October of next year to serve for passenger transport around the 2012 Chinese lunar new year.

By People's Daily Online



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Mapas e ilustrações













terça-feira, 9 de novembro de 2010

O BNDES, banco do governo brasileiro, vai financiar até R$ 20 bilhões para a construção do "trem-bala" Rio-São Paulo

BNDES
 
08/11/2010
BNDES financiará TAV em até R$ 20 bilhões


• Trem de Alta Velocidade ajudará a solucionar gargalos em aeroporto e estrada

• Doze mil empregos diretos serão gerados durante as obras

• Tarifa máxima de R$ 199 será competitiva com avião e ônibus entre RJ e SP


 A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou as condições que serão oferecidas pelo Banco para o financiamento do Trem de Alta de Velocidade (TAV), que fará a interligação entre Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas. A participação máxima de recursos públicos no financiamento será de até R$ 19,977 bilhões, atualizada pelo IPCA e limitada a 80% dos itens financiáveis pelo Banco ou 60,3% do investimento total, o que for menor.

O financiamento será concedido integralmente com o custo de TJLP (atualmente em 6% ao ano) acrescido de uma taxa de risco de crédito de 1% ao ano, para qualquer que seja o consórcio vencedor da licitação. O prazo de pagamento será de 30 anos, com seis meses de carência após a data prevista para o início da operação comercial. Os juros serão capitalizados durante o período de carência.

A entrega dos envelopes pelos consórcios ocorrerá no dia 29 de novembro de 2010. A sessão pública do leilão acontecerá em 16 de dezembro e a assinatura do contrato de concessão será no dia 11 de maio de 2011.

A construção do TAV é importante porque contribuirá para solucionar os gargalos no transporte de passageiros entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Atualmente, a rodovia Presidente Dutra, que liga as duas cidades, opera em capacidade máxima. O mesmo ocorre com os aeroportos de Congonhas e Guarulhos.

Sem uma iniciativa como o TAV, a situação tende a se agravar nos próximos anos, tanto nos aeroportos quanto nas rodovias, como conseqüência do crescimento do país. Com o TAV, os problemas causados a partir do aumento  previsto no número de veículos das estradas e de passageiros nos aeroportos de Rio e São Paulo poderão ser equacionados. O acesso rápido a Campinas permitirá que o aeroporto de Viracopos possa viabilizar-se como o terceiro grande aeroporto de São Paulo.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O trem-bala brasileiro: um projeto estratégico para o desenvolvimento nacional que trará avanços sociais, econômicos e tecnológicos ao país

Agência Senado

05/11/2010 - 19h37

Trem-bala trará avanços sociais e econômicos, avalia Ministério dos Transportes

Gorette Brandão 

O Trem de Alta Velocidade (TAV) projetado para interligar as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo - estendendo-se até Campinas - representa uma solução de transporte de alta qualidade e confiabilidade, com potencial para produzir elevados benefícios sociais e econômicos para as populações dos dois estados. Em síntese, essas são as conclusões contidas em exposição de motivos produzida pelo Ministério dos Transportes (MT) para justificar a iniciativa da construção do chamado trem-bala, empreendimento com preço global orçado em R$ 34,6 bilhões, que pode ter sua execução iniciada a partir de 2011. 


Encaminhado ao Senado a pedido do senador Eduardo Suplicy (PT-SP), o documento procura esclarecer aspectos sobre o projeto do TAV trazidos à discussão durante a campanha eleitoral, assim como questões levantadas em estudo do consultor legislativo Marcos Mendes, do quadro do próprio Senado. O ministério refuta, por exemplo, a afirmação do consultor de que os estudos de viabilidade não justificam adequadamente a opção pelo TAV como resposta para os congestionamentos e atuais baixas condições de segurança nos aeroportos de Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ) e também nas ligações rodoviárias entre as duas capitais.

De acordo com a exposição, as regiões metropolitanas do Rio e de São Paulo reúnem as condições geográficas e econômicas ideais para um projeto como o TAV, a começar pelo tamanho de suas populações - 19 milhões de habitantes em São Paulo e 12 milhões no Rio. Além disso, as duas regiões juntas representam mais de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. 

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Brasil recebe investimentos estrangeiros para projetos da Copa, Olímpiadas e trem-bala

Agência Brasil

25/04/2010

Empresários alemães desembarcam no Brasil para investir na Copa, nas Olímpiadas e no trem-bala

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil


Brasília – Os projetos do Trem de Alta Velocidade - que ligará São Paulo ao Rio de Janeiro – e os investimentos para a Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, devem receber aplicações de um grupo de empresários alemães.

Na terça-feira (27) o ministro da Economia e Tecnologia da Alemanha, Rainer Brüderle, e uma comitiva empresarial alemã desembarca em Brasília. Também estão marcadas visitas a São Paulo e ao Rio. O grupo será conduzido pelo ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Trem-bala terá garantia de conteúdo nacional

Valor Econômico

01/04/2010

Trem-bala terá garantia de conteúdo nacional  



Edital do TAV terá previsão de conteúdo nacional mínimo, além da transferência tecnológica. Percentual de nacionalização ainda será discutido, mas setor defende índice de 60%

Além da exigência de transferência de tecnologia, o edital do trem de alta velocidade terá previsão de conteúdo nacional mínimo. O percentual de nacionalização ainda está sendo discutido entre representantes do Ministério dos Transportes e do Ministério do Desenvolvimento, Comércio e Indústria (MDIC), mas sua inclusão na pauta já agrada representantes do setor, defensores da medida - e gera críticas entre as empresas interessadas no projeto.

A definição do percentual depende da análise da disponibilidade da indústria ferroviária local para atender à exigência, afirmou o recém-empossado ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos. O setor defende o índice de 60% de nacionalização - o mesmo usado em linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que estrutura o financiamento do projeto -, mas Passos não assegura que a garantia chegará a esse nível. O índice garantiria a produção local de R$ 3,6 bilhões em equipamentos e material rodante.

Vicente Abate, presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), que encabeça a campanha pela garantia de conteúdo nacional no TAV, diz que o importante é haver alguma exigência de produção local, mesmo que não seja obrigatória. "Não somos inflexíveis quanto ao índice de 60%".

"O que não pode é acontecer o mesmo que ocorreu na licitação do metrô do Rio de Janeiro", afirma o representante do setor. No início de 2009, o governo do Rio abriu licitação para aquisição de 30 trens para o metrô, mas não deu nenhuma preferência à produção nacional. A vencedora foi a chinesa CNR, que importará os trens prontos, deixando para trás empresas com produção local, como Alstom e CAF, ou candidatos que poderiam nacionalizar a produção.

A regra do conteúdo nacional pode obrigar indústrias sem presença no Brasil, como a japonesa Hitachi, a CNR (China North Railway) e Rotten - subsidiária da Hyundai -, a instalar fábricas aqui. As três são consideradas fortes candidatas ao contrato.

Para executivos envolvidos na disputa pelo trem-bala, a reserva de mercado para a produção nacional pode encarecer o negócio e até inviabilizá-lo. Depois de usada, alega um executivo da área, a fábrica criada para fazer os trens de alta velocidade só servirá para manutenção, o que dificulta a amortização do investimento. O número de unidades usadas para o trem, entre 200 e 300 vagões, não justifica por si só trazer para cá uma unidade de produção. Na China, onde a transferência de tecnologia foi acompanhada da montagem local, a previsão é de fornecimento de 3 mil trens de alta velocidade.

O problema não é montar o TAV aqui, diz uma fonte do setor, mas nacionalizar a fabricação da "caixa" do trem, a sua estrutura - parte mais cara do produto. Feitas em alumínio, elas destoam das estruturas de aço inox usadas na frota local de trens de passageiros - ou seja, a unidade teria poucos clientes locais mais tarde.

Outra questão é o que se entende por conteúdo nacionalizado - se apenas os trens ou os sistemas de telecomunicação, sinalização e alimentação de energia. Pelos cálculos do governo, dos R$ 34,6 bilhões destinados ao projeto, R$ 3,4 bilhões vão para sistemas e equipamentos, e R$ 2,7 bilhões para o material rodante. Como possuem uma indústria mais tradicional no País e outras aplicações além do trem-bala, os sistemas de telecomunicação e energia poderiam ser nacionalizados com mais facilidade.

Outra hipótese para a nacionalização é a associação do fornecedor estrangeiro com alguma fábrica local. Antes de abrir sua unidade em Hortolândia no ano passado, a espanhola CAF tentou se associar com produtores locais - entre eles, a Amsted-Maxion, que produz vagões de carga. A Maxion tem uma capacidade para 10 mil unidades, mas sua produção dificilmente chega à metade disso. A Maxion diz que sua estrutura é facilmente adaptável à produção de trens de passageiros e mantém conversas com representantes do ramo. A empresa foi listada pelo BNDES como um dos candidatos a participar do processo de transferência de tecnologia do TAV.



Acessado a partir do site da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica - Protec