Mostrando postagens com marcador Energia Nuclear. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Energia Nuclear. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de setembro de 2023

V Colóquio da Geopolítica Energética : Cerimônia de Abertura / Opening L...

 

 

Opening Lecture of the V Colloquium of Energy Geopolitics of the NEEGI/UNILA with Mr. Alexander Kormishin (BRICS Youth Energy Agency). Since 2015, Alexander Kormishin has served as a founding Chairperson at the BRICS Youth Energy Agency. In 2015-2017, Alexander led the coordination team for increasing capacity of the BRICS youth energy cooperation. Alexander graduated with honors from the Institute for International Politics and Diplomacy at MGIMO-University and received a Master of Science Degree at MGIMO-University and the University of Leipzig in International Energy Economics and Business Administration. Alexander is a recognized young expert on the topics of the just energy transition, international energy cooperation, research and skills development, youth engagement in the energy sector across the BRICS countries. He has supervised major international youth-led initiatives, including at COP26 in Glasgow, UK and COP27 in Sharm-el-Sheikh, Egypt, and developed projects with key major international energy organizations, including the World Energy Council, the Clean Energy Ministerial, IRENA, SEforAll and others. Alexander represents the Agency at the Youth Energy Transition Commission and operates the global initiatives like the BRICS Youth Energy Summit and the BRICS Youth Energy Outlook.

 

Inscrições: https://doity.com.br/olage-v-coloquio#registration

terça-feira, 21 de junho de 2022

Geopolítica do Poder Nuclear e das Armas Nucleares

Video do debate "Geopolítica do Poder Nuclear e das Armas Nucleares", com as professoras Dra. Larlecianne Piccolli (ISAPE - IA), Dra. Michelly Sandy Geraldo (Women in Nuclear) e Dra. Mariana Carpes (ECEME), como parte do IV Colóquio de Geopolítica Energética & I Seminário de Geopolítica da Energia Nuclear .


Apresentação / Moderação: Karen Campos
Apoio TécnicoVitor Rissatti

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Desafios geopolíticos para a Integração Energética Regional

Integração Energética Regional: desafios geopolíticos

08/05/2015

A energia é uma das principais preocupações em todo o mundo. A agenda internacional de sustentabilidade está cada vez mais vinculada à segurança do abastecimento energético. As mudanças climáticas já são uma realidade tangível e um exemplo de seu impacto é a relação entre o aquecimento global e a disponibilidade de água. Recentes cenários de escassez hídrica impõem um novo desafio para os países que decidiram construir suas plantas de energia baseados na energia hidrelétrica. Por ser um insumo importante para a produção, a energia desempenha um papel fundamental no plano do desenvolvimento dos países de rendimento médio. Esses países experimentaram anos de crescimento e melhora da qualidade de vida de sua população, conduzindo a um maior consumo de energia. Em suma, a produção está diminuindo; ao passo que o consumo está elevando. Enfrentar esses desafios requer necessariamente a cooperação entre nações através da integração regional. Mecanismos de integração são múltiplos na região. Com a incorporação da Venezuela, Mercosul converteu-se em uma potência mundial de energia: é o quarto maior produtor de petróleo bruto, depois de Arábia Saudita, Rússia e Estados Unidos. A Unasul, por sua vez, tem dois conselhos que tratam diretamente dos desafios energéticos: o Conselho Energético Sul-americano (CES) e o Conselho Sul-americano de Infraestrutura e Planejamento (COSIPLAN). Por outro lado, a CELAC promove reuniões dos Ministros de Energia para o intercâmbio de experiências e pontos de vista sobre a segurança energética, o desenvolvimento sustentável e o uso adequado e equilibrado da energia. Além disso, a OLADE, que se formou em resposta à crise energética da década de 1970, proporciona apoio técnico e político aos países para alcançar a integração e o desenvolvimento no mercado energético regional. Apesar da existência de tais mecanismos, é necessário avançar com projetos concretos para enfrentar os desafios climáticos e geopolíticos atuais da integração. Nesse sentido, convidamos todos a refletir sobre possíveis avanços.

La energía es una de las principales preocupaciones en todo el mundo. La agenda internacional de sostenibilidad está cada vez más vinculada a la seguridad del abastecimiento energético. El cambio climático ya es una realidad tangible y un ejemplo de su impacto es la relación entre el calentamiento global y la disponibilidad de agua. Escenarios recientes de la escasez del agua han puesto un nuevo desafío para los países que han decidido construir sus plantas de energía basados en la energía hidroeléctrica. La energía es un insumo importante para la producción y, por lo tanto, desempeña un papel fundamental en la planificación del desarrollo de los países de ingresos medios. Estos países han experimentado años de crecimiento y mejoramiento del nivel de vida de su población, lo que conduzco a un mayor consumo de energía. En suma, la producción está disminuyendo; aunque el consumo se está elevando. Hacer frente a estos retos requiere necesariamente de la cooperación entre las naciones a través de la integración regional. Mecanismos de integración son múltiples en la región. Con la incorporación de Venezuela, Mercosur se ha convertido en una potencia mundial de energía: es el cuarto mayor productor de petróleo crudo, después de Arabia Saudita, Rusia y Estados Unidos. Asimismo, Unasur tiene dos consejos que tratan directamente con los desafíos energéticos: el Consejo Energético Suramericano (CES) y el Consejo Suramericano de Infraestructura y Planeamiento (COSIPLAN). Por otro lado, CELAC promueve reuniones de los Ministros de Energía para el intercambio de experiencias y puntos de vista sobre la seguridad energética, el desarrollo sostenible y el uso adecuado y equilibrado de la energía. Además, OLADE, que se formó en respuesta a la crisis energética de la década de 1970, proporciona apoyo técnico y político a los países para lograr la integración y el desarrollo en el mercado energético regional. A pesar de la existencia de tales mecanismos, es necesario avanzar con proyectos concretos para hacer frente a los desafíos climáticos y geopolíticos actuales de la integración. En este sentido, invitamos a todos a reflexionar sobre posibles avances.
  • Download áudio PAINEL 1 - Contextualizando a integração regional
    00:00:00 - 01:27:09
  • Download áudio PANEL 1 - Contextualizando la integración energética regional
  • 00:00:00 -01:26:13
     
  •  Download áudio PANEL 1 - Contextualizing the Energy Integration
  • 00:00:00 -01:32:35
     

  • Download áudio PAINEL 2 – Avançando a matriz energética regional
  • 00:00:00 -01:21:29

  • Download áudio PANEL 2 - Desplegando la matriz energética regional
  • 00:00:00 -01:21:06
     
  • Download áudio PANEL 2 - Improving the matrix regional energy
  • 00:00:00 - 01:29:01
     
     
  • Download áudio PAINEL 3 – Os desafios geopolíticos do abastecimento energético: integração energética bi ou multilateral
  • 00:00:00 - 01:17:23
     
  • Download áudio PANEL 3 - Los desafíos geopolíticos del abastecimiento energético: Integración energética bi o multilateral
  • 00:00:00 - 01:24:36
     
  • Download áudio PANEL 3 - Geopolitical challenges of suply energy: bi or multilateral energy integration
  • 00:00:00 - 01:43:40
     
     
  • Download áudio PAINEL 4 - Os impactos das mudanças climáticas no abastecimento de água e a energia hidrelética
  • 00:00:00 - 01:15:59
     
  • Download áudio PANEL 4 - Los impactos del cambio climático hacia el abastecimiento de agua y la energía hidroeléctrica
  • 00:00:00 - 01:22:42

  • Download áudio PANEL 4 - The impacts of climate changes on water supply and hydroelectric energy
  • 00:00:00 - 01:43:40
     
     
     


    domingo, 10 de julho de 2011

    Brasil e Argentina comemoram 20 anos de acordo nuclear

    Agência Brasil

    08/07/2011 - 18h41 

    Brasil e Argentina comemoram 20 anos de acordo nuclear


    Monica Yanakiew

    Especial para a Agência Brasil


    Buenos Aires – O Brasil e a Argentina comemoraram hoje (8) o 20º aniversario da Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares (Abacc).

    O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, disse que a agencia é considerada um exemplo no mundo, e pode servir de modelo para outras regiões, como o Oriente Médio, a Península Coreana e a Ásia Meridional.

    Rivais na década de 1970, quando eram governados por militares, Brasil e Argentina criaram em 1991 a única organização binacional de salvaguardas, cujo objetivo é garantir que todos os materiais nucleares sejam usados para fins pacíficos.


    terça-feira, 3 de agosto de 2010

    Após sanções, China investe US$ 40 bilhões no setor de Petróleo & Gás iraniano

    TN Petróleo
    02/08/2010

    China investe US$ 40 bi em petróleo e gás do Irã

    Segundo os acordos assinados entre os dois países, o investimento chinês em projetos de prospecção e extração de petróleo chegará a US$ 29 bilhões, enquanto os demais US$ 11 bilhões serão destinados a petroquímicas, refinarias, oleodutos e gasodutos.



    quinta-feira, 17 de junho de 2010

    Asia’s Nuclear Rivalry

    ISN

    16 Jun 2010

    Managing Asia’s Nuclear Rivalry

    As China and India enter new stages in nuclear arsenal development, including ICBM capabilities and plans for a nuclear-armed submarine fleet, strategic dialogue is needed to reduce the risk of political tension caused by mutual uncertainty, Frank O’Donnell comments for ISN Security Watch.

    Frank O'Donnell 

    ISN Security Watch


    The US stands at the center of China’s nuclear threat perception. China feels threatened by American ballistic missile defense plans. Its recent anti-satellite tests were partly an effort to signal resolve against this perceived challenge. Recently deployed DF-31A ICBMs, with a range of over 11,000 kilometers, intend to restore mutual deterrence to the Sino-American strategic relationship. 

    sexta-feira, 28 de maio de 2010

    Obama pediu ao Presidente Lula que intermediasse um acordo com o Irã

    Agência Senado

    27/05/2010

    Carta de Obama a Lula incentivando negociação com Irã teve repercussão no Senado



    [foto]


    A existência de uma carta em que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, incentivou o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a intermediar um acordo nuclear entre o Irã e a Turquia repercutiu no Senado. O senador Pedro Simon (PMDB-RS), membro da Comissão de relações Exteriores (CRE) da Casa lamentou o que classificou como "recuo dos Estados Unidos", que voltaram a exigir sanções da ONU ao Irã como retaliação a uma suposta estratégia daquele país para construir armas atômicas.

    ONU elogia Brasil e afirma que acordo nuclear do Irã pode ser importante para reduzir tensões internacionais

    Agência Brasil

    27/05/2010

    ONU elogia Brasil e afirma que acordo nuclear do Irã pode ser importante para amenizar tensões

    Nielmar Oliveira

    Repórter da Agência Brasil


    Rio de Janeiro - Na avaliação do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, o acordo para a troca de combustível nuclear assinado pelo Irã com a intermediação do Brasil e da Turquia pode vir a se tornar um passo importante para aliviar as tensões internacionais criadas a partir do avanço do programa nuclear iraniano.

    segunda-feira, 24 de maio de 2010

    Irã e o império decadente, por Luiz Carlos Bresser-Pereira

     Folha de S.Paulo

    23/05/2010

    O Irã e o império decadente

    Luiz Carlos Bresser Pereira *

    Há algum tempo, o establishment mundial recebeu com um misto de irritação e descrença a notícia de que o presidente Lula se dispunha a intermediar a questão do Irã.

    Na semana passada a diplomacia brasileira alcançou um êxito histórico em Teerã ao lograr que o governo nacionalista islâmico do Irã aceitasse o acordo sobre a troca de urânio pouco enriquecido por urânio enriquecido a 20% nos mesmos termos que as grandes potências e a AIEA (agência atômica da ONU) haviam proposto há seis meses.

    Não obstante, alegando que o acordo não assegura que o Irã não utilizará o restante do urânio em seu poder para se tornar potência nuclear, os EUA conseguiram convencer as demais grandes potências a levar ao Conselho de Segurança da ONU a proposta de novas sanções ao Irã. E adicionaram mais uma “razão”: assim, evitam que seu aliado Israel bombardeie o Irã. Significa isso que o acordo de Teerã fracassou?

    quarta-feira, 19 de maio de 2010

    As relações do Brasil com o Irã e a questão nuclear, por André Luiz Reis da Silva

    Meridiano 47

    18/05/2010

    As relações do Brasil com o Irã e a questão nuclear

    André Luiz Reis da Silva


    O Brasil e a diplomacia brasileira tiveram um grande sucesso nos últimos dias. Visto por muitos de forma cética, a interlocução do Brasil no caso do Programa Nuclear Iraniano teve bom resultado, embora provisório. O presidente Luis Inácio Lula da Silva intermediou, em Teerã, um acordo entre o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, e o primeiro-ministro da Turquia, Tayyiq Erdogan. O acerto tem como base o envio de 1,2 mil quilos de urânio iraniano para a Turquia, que estocaria o material enquanto França e Rússia o enriqueceriam em 20% – tratamento insuficiente para o uso militar, mas suficiente para fins pacíficos.


    quarta-feira, 5 de maio de 2010

    A energia nuclear e a soberania nacional

    Carta Maior

    04/05/2010   |   Copyleft


    A energia nuclear e a soberania nacional

    A concordância do Brasil com a assinatura de um Protocolo Adicional ao Tratado de Não Proilferação Nuclear permitiria que inspetores da AIEA, sem aviso prévio, inspecionassem qualquer instalação industrial brasileira que considerassem de interesse, além das instalações nucleares (inclusive as fábricas de ultracentrífugas) e do submarino nuclear, e tivessem acesso a qualquer máquina, a suas partes e aos métodos de sua fabricação, ou seja, a qualquer lugar do território brasileiro, quer seja civil ou militar, para inspecioná-lo, inclusive instituições de pesquisas civis e militares. O artigo é de Samuel Pinheiro Guimarães.

    Samuel Pinheiro Guimarães (*)


    O acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera provoca o aquecimento global e suas catastróficas conseqüências. Cerca de 77% desses gases correspondem a CO2, dióxido de carbono, resultado inevitável da queima de combustíveis fósseis para gerar energia elétrica e para movimentar indústrias e veículos, desde automóveis a aviões e navios. Esta é a base da economia industrial moderna, desde a construção de uma máquina a vapor, capaz de girar uma roda, em 1781, por James Watt.

    A redução das emissões de dióxido de carbono é essencial para impedir que a concentração de gases, que hoje alcança 391 partículas por milhão, ultrapasse 450 ppm. Este nível de concentração corresponderia a um aumento de 2ºC na temperatura, um limiar hoje considerado como o máximo tolerável, devido ao degelo das calotas polares e ao aquecimento dos oceanos - o que, ao ocorrer de forma gradual e combinada, levaria à inundação das zonas costeiras de muitos países, onde vivem cerca de 70% da população mundial.

    sábado, 17 de abril de 2010

    Energia nuclear e dependência tecnológica, por Beto Almeida


    16/04/2010

    Energia nuclear e dependência tecnológica

    Como pano de fundo das pressões dos EUA para impor sanções que impeçam o Irã de desenvolver seu programa nuclear está o veto imperial visando intimidar todos os países que dão passos concretos para romper a dependência tecnológica. Esta dependência funciona como um vergonhoso muro que bloqueia o desenvolvimento soberano de inúmeros países emergentes, mas com desdobramentos planetários. A pressão contra o Irã também atinge o Brasil. O artigo é de Beto Almeida.

    Beto Almeida

    http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16536


    A realização, nesta semana, da Cúpula Internacional para a Segurança Nuclear , supostamente para afastar o perigo de um confrontação nuclear mundial, reveste-se de farsa discursiva e prática. A participação de Lula neste evento convocado pelos EUA foi interessante. Como de hábito, Lula usou uma imagem simples e fortemente comunicativa para explicar o que anda ocorrendo nesta área nuclear, mesmo quando grandes potências assinam acordos e mais acordos de desarmamento, há mais de 40 anos, teoricamente de redução de ogivas. De vez em quando, disse Lula, eu jogo fora remédios velhos e vencidos....

    Não há, rigorosamente, qualquer esforço sincero e comprovado de que as grandes potências atômicas estariam a zelar pela paz mundial, que não existe, e para afastar o perigo de um confrontação nuclear de conseqüências imprevisíveis, até o momento. Assim, é preciso extrair o que de fato está em jogo nestes grandes encontros internacionais. Tal como aquela Conferência do Clima de Copenhaguen, no final do ano passado, foi um grande fiasco, não resultando em qualquer acordo prático que levasse as potências poluidoras a deixar de emporcalhar o mundo, esta Cúpula da Segurança Nuclear também não trouxe qualquer tranqüilidade ou segurança ao mundo. Pudera, o próprio anfitrião, o presidente Barak Obama, acaba de autorizar o Congresso dos EUA a ampliar o orçamento da indústria bélica. E vale lembrar sempre: o orçamento militar dos EUA, sozinho, supera o orçamento de todos os demais países do mundo, somados. Isto mesmo, somados. Foi o que destacou Vladimir Puttin ao ser indagado por dileto repórter da BBC se os acordos militares entre Rússia e Venezuela não causariam preocupação em Washington....