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sexta-feira, 4 de março de 2011

Neoconservadores aproveitam a crise econômica para implementar agenda neoliberal nos EUA

Carta Capital
03 de março de 2011

Manual prático do "Tea Party"

Luiz Gonzaga Belluzzo

O governador do Wisconsin tenta cortar 
direitos trabalhistas e enfrenta protestos. 
Por Luiz Gonzaga Belluzzo. Foto: AFP


Em meio à euforia que acompanhou a queda do regime de Hosni Mubarak, um jovem engenheiro egípcio manifestava seu júbilo na já lendária Praça Tahrir. Abriu uma faixa de solidariedade aos funcionários públicos de Wisconsin: “O Egito apoia os trabalhadores de Wisconsin – Um só mundo, um só sofrimento”.

A grande recessão provocada pelos abusos da finança desregulada e fraudulenta deixou a maioria dos estados americanos na tanga, como haveria de dizer minha saudosa avó Dona Hermelinda. Nos últimos dois anos, as receitas caíram vertiginosamente e as despesas com os direitos assegurados por lei cresceram rapidamente. Proibidos de se endividar para financiar as despesas correntes, item no qual se abrigam funções públicas como saúde, educação e segurança, talvez desimportantes na opinião dos falcões dos déficits. Os estados continuaram a receber transferências do governo federal para o Medicaid e outros programas sociais.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Vídeo: Entrevista Record Mundo debate futuro do Egito

Record

14/02/2011

Entrevista Record Mundo debate futuro do Egito



O jornalista Rodrigo Vianna do Record Mundo recebe o cientista político e prof. Flávio Rocha e o jornalista e prof. Igor Fuser para entender o novo cenário do Egito e do Oriente Médio após a renúncia do presidente-ditador egípcio Hosni Mubarak que ficou 30 anos no poder.

http://noticias.r7.com/videos/entrevista-record-mundo-debate-futuro-do-egito/idmedia/5a3a857be21131dfa2cb7e6843e6c410-2.html

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A "Segunda Revolta Árabe": quem ganha e quem perde com a crise no Egito?

Feb. 1, 2011
Commentary No. 298

The Second Arab Revolt: Winners and Losers


Immanuel Wallerstein


The Arab Revolt of 1916 was led by Sharif Hussein bin Ali for Arab independence from the Ottoman Empire. The Ottomans were evicted. The great revolt however was co-opted by the British and the French. After 1945, the various Arab states gradually became independent members of the United Nations. But in most cases their independences were co-opted by the United States as the successor to Great Britain as outside controller, with a minor continuing role of France in the Maghreb and Lebanon.

The second Arab Revolt has been brewing for some years now. It got a substantial shot in the arm from the successful uprising of Tunisian youth this past month. When courageous young people risk their lives to rise up against a supercorrupt authoritarian regime and actually succeed in deposing the president, one has to applaud. Whatever happens next, it was a good moment for humanity. The question always is, what comes next?
Fotos dos recentes protestos no Egito contra o governo o ditador Hosni Mubarak, que governa o país de forma autoritária a três décadas com apoio de grandes potências como os EUA, Inglaterra e França. Além disso, o governo de Mubarak mantém uma postura nitidamente favorável a Israel no Oriente Médio, o que fez com que seu governo se tornasse cada vez mais impopular, já que Israel continua com a política de inviabilizar o Estado Palestino e assentar novos colonos isralenses nas terras palestinas.


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Exportações: Rússia e Irã importaram metade da carne bovina vendida pelo Brasil em 2010

24/01/2011
Quem está comprando a carne brasileira?

Em 2010 o Brasil enviou ao exterior 951.255 toneladas de carne bovina in natura, responsáveis por uma receita de US$ 3,8 bilhões. Na comparação com o ano de 2009 a receita registrou uma alta de 27,74%, enquanto o volume foi 2,72% superior.

Mas quem comprou esta carne?

A Rússia continua sendo o principal comprador de carne bovina in natura, importando 248.909 toneladas em 2010, que gerou uma receita de US$ 1,023 bilhão aos exportadores brasileiros. No ano passado o Irã apresentou um forte crescimento nas importações de carne bovina in natura do Brasil, se tornando o segundo mercado mais importante para os brasileiros. O pais comprou 191.181 toneladas (US$ 807,320 milhões).


Gráfico 1. Principais compradores da carne bovina in natura brasileira