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terça-feira, 28 de abril de 2026

Luz para Todos avança em territórios indígenas e leva energia limpa a aldeias isoladas do Pará

Ministério de Minas e Energia

28/04/2026 

Luz para Todos avança em territórios indígenas e leva energia limpa a aldeias isoladas do Pará

Iniciada no Dia dos Povos Indígenas, nova etapa do programa destina R$ 129,3 milhões para reduzir desigualdades na Amazônia Legal



- Foto: Arte/MME


O Dia dos Povos Indígenas, celebrado em 19 de abril, marcou o início de uma nova frente de inclusão energética na Amazônia. Na data simbólica, o Ministério de Minas e Energia (MME) deu início a mais uma etapa da implementação da 1ª Tranche Especial Indígena do Programa Luz para Todos (LPT), voltada ao atendimento das aldeias Mapuera, em áreas remotas do Pará. A ação representa um avanço estratégico da política de universalização do acesso à energia elétrica em territórios indígenas isolados e busca beneficiar 2.910 unidades consumidoras.  

Com investimento avaliado em R$ 129,3 milhões, reforça o compromisso da Pasta em levar energia limpa, dignidade e desenvolvimento social a comunidades onde barreiras geográficas ainda dificultam o acesso a serviços essenciais. O projeto integra a agenda de inclusão energética na Amazônia Legal e fortalece a redução das desigualdades regionais por meio de soluções adaptadas à realidade local.

“A ampliação de acesso à energia elétrica nessas comunidades é uma importante marca na promoção de cidadania, educação, saúde e comunicação, além de criar condições para que o desenvolvimento chegue respeitando a cultura e o modo de vida dos povos indígenas. Essa é uma ação que une justiça social, sustentabilidade e presença efetiva do poder público nas regiões onde ele se faz mais necessário”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.


Luz para Todos: respeito a tradição e novas oportunidades

A operacionalização será feita por meio da instalação de Sistemas Individuais de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente (SIGFIs), tecnologia destinada a localidades isoladas e de difícil acesso que utilizam exclusivamente o uso de fontes renováveis para geração de energia. A solução garante atendimento contínuo sem necessidade de expansão convencional da rede, sendo adequada para áreas da floresta amazônica onde a logística impõe desafios técnicos consideráveis.

O início das atividades ganhou ainda mais significado com a recepção das equipes técnicas pela liderança das aldeias Mapuera, no Dia dos Povos Indígenas. O encontro simbolizou a convergência entre inovação tecnológica e respeito às especificidades culturais, consolidando uma ação construída para levar infraestrutura básica sem romper com a dinâmica tradicional das comunidades.

Criado em 2003, o Programa Luz para Todos já transformou a realidade de milhares de famílias paraenses. Somente no estado, foram beneficiadas mais de 592 mil famílias desde o início do programa. A intensificação em áreas remotas permitiu o atendimento de mais de 69 mil famílias em localidades antes excluídas do sistema convencional.

Os investimentos acumulados no Pará somam R$ 6,98 bilhões, dos quais R$ 2,7 bilhões foram destinados exclusivamente a soluções para regiões isoladas. Agora, com a execução da 1ª Tranche Especial Indígena, o MME consolida mais um passo na construção de um modelo energético socialmente inclusivo, ambientalmente sustentável e alinhado às necessidades dos povos da Amazônia.




Assessoria Especial de Comunicação Social - MME

Telefone: (61) 2032-5759 | E-mail: imprensa@mme.gov.br


Fonte:
MME (2026). Luz para Todos avança em territórios indígenas e leva energia limpa a aldeias isoladas do Pará. Ministério de Minas e Energia28/04/2026. Assessoria Especial de Comunicação Social,  MME. Governo Federal.  <https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/noticias/luz-para-todos-avanca-em-territorios-indigenas-e-leva-energia-limpa-a-aldeias-isoladas-do-para> .


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

INPE registra queda de desmatamento na Amazônia em 2010

INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

01/02/2011 

DETER indica 135 km² de desmatamentos na Amazônia no último bimestre de 2010



Nos meses de novembro e dezembro foram verificados 135 km² de desmatamentos pelo DETER, sistema de alerta baseado em satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) que verifica a ocorrência de corte raso ou degradação progressiva na Amazônia Legal.

Entre novembro e abril, que consiste na época de chuvas na Amazônia e se torna mais difícil a observação por satélites devido à intensidade de nuvens que cobrem a região, o INPE divulga os resultados do DETER (Detecção de Desmatamento em Tempo Real) agrupados por bimestre. Entretanto, é importante salientar que o sistema mantém durante todo o período sua operação regular, com o envio de dados a cada quinzena ao Ibama.

Na tabela abaixo, a distribuição por Estado do desmatamento verificado no bimestre novembro/dezembro de 2010.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

INPE verifica desaceleração de 21% na taxa de desmatamento na Amazônia

Agência Brasil

10/12/2010

Amazônia perdeu 153 km² de floresta em outubro, mas desmatamento mantém tendência de queda

Luana Lourenço

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O desmatamento da Amazônia em outubro atingiu uma área de 153 quilômetros quadrados (km²), de acordo com os números do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), divulgados hoje (10) pela organização não governamental Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

O ritmo de derrubada foi 21% menor que o registrado pelos satélites em outubro do ano passado e mantém tendência de queda apontada pela organização nos últimos meses.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Bancos governamentais ampliam restrições de crédito para agropecuária em áreas desmatadas

Agência Brasil

01/12/2010


Banco do Brasil vai vetar crédito rural para produção de soja em área desmatada
Luana Lourenço

Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Banco do Brasil (BB) vai deixar de oferecer crédito a produtores de soja que plantem em áreas desmatadas ilegalmente na Amazônia. O banco, maior financiador rural do país, aderiu hoje (1) à Moratória da Soja, iniciativa de empresas e organizações não governamentais (ONG) assinada em 2006 para boicotar a soja produzida em terras desmatadas recentemente.