Análise Geopolítica e Análise de Conjuntura; espaço para debate e discussão de temas relacionados a Geografia, Política e Geopolítica. Geopolítica do Brasil e da América do Sul, Geopolítica Mundial, Geografia Política, Geografia Econômica e Política Internacional
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terça-feira, 11 de maio de 2021
A Articulação Internacional das Prefeituras: A Diplomacia dos governos Subacionais contra a Covid-19
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Vídeo: Entrevista Record Mundo debate futuro do Egito
Record
14/02/2011
Entrevista Record Mundo debate futuro do Egito
O jornalista Rodrigo Vianna do Record Mundo recebe o cientista político e prof. Flávio Rocha e o jornalista e prof. Igor Fuser para entender o novo cenário do Egito e do Oriente Médio após a renúncia do presidente-ditador egípcio Hosni Mubarak que ficou 30 anos no poder.
http://noticias.r7.com/videos/entrevista-record-mundo-debate-futuro-do-egito/idmedia/5a3a857be21131dfa2cb7e6843e6c410-2.html
14/02/2011
Entrevista Record Mundo debate futuro do Egito
O jornalista Rodrigo Vianna do Record Mundo recebe o cientista político e prof. Flávio Rocha e o jornalista e prof. Igor Fuser para entender o novo cenário do Egito e do Oriente Médio após a renúncia do presidente-ditador egípcio Hosni Mubarak que ficou 30 anos no poder.
http://noticias.r7.com/videos/entrevista-record-mundo-debate-futuro-do-egito/idmedia/5a3a857be21131dfa2cb7e6843e6c410-2.html
sábado, 15 de janeiro de 2011
Itália insulta o Brasil no caso Battisti, diz filósofo italiano Toni Negri
UOL Notícias
15/02/2009
Itália insulta o Brasil no caso Battisti, diz filósofo italiano Toni Negri
Thiago Scarelli
15/02/2009
Itália insulta o Brasil no caso Battisti, diz filósofo italiano Toni Negri
Thiago Scarelli
Do UOL Notícias Em São Paulo (SP)
A Itália adota uma postura "insultante" com o Brasil no conflito em torno do ex-ativista Cesare Battisti, porque não se trata de um país desenvolvido, e mente quando diz que vivia um Estado de Direito nos anos 70. A análise é do filósofo italiano Antonio Negri, que passou mais de dez anos preso por seu envolvimento com a militância de esquerda na Itália.
Negri é co-autor, com Michael Hardt, do livro "Império", publicado no Brasil em 2001 e umas das obras mais importantes e polêmicas sobre o processo de globalização. Com Giuseppe Cocco, publicou "Global - Biopoder e Luta em uma América Latina Globalizada", em 2005.
Negri é co-autor, com Michael Hardt, do livro "Império", publicado no Brasil em 2001 e umas das obras mais importantes e polêmicas sobre o processo de globalização. Com Giuseppe Cocco, publicou "Global - Biopoder e Luta em uma América Latina Globalizada", em 2005.
UOL - Como o senhor vê a posição da Itália no caso Battisti?
Antonio Negri - A posição italiana é uma posição muito complexa. Como se sabe, o governo italiano é um governo de direita e é um governo que, depois de 30 anos, retomou a perseguição das pessoas que se refugiaram no exterior depois do final dos anos 70, depois do final dos anos nos quais na Itália houve um forte movimento de transformação, de rebelião. E, portanto, o governo italiano retoma hoje uma campanha pela recuperação destas pessoas. Em particular, tentou fazê-lo com a França, para conseguir a extradição de Marina Petrella [condenada por subversão pela justiça italiana] e não conseguiu porque o governo francês, a presidência francesa [Nicolas Sarkozy], impediu. Neste ponto, aparece em um momento exemplar o caso Battisti.
UOL - O que o senhor quer dizer com perseguição? É perigoso neste momento para Battisti retornar à Itália?
Negri - Eu não sei se é perigoso. Mas é certo que ele foi condenado à prisão perpétua e seria para ele uma situação muito grave.
UOL - Um dos motivos que o Brasil cita para manter o refúgio político é a ameaça de perseguição política contra Battisti...
Negri - Mas seguramente ele seria alvo de uma perseguição política e midiática.
Antonio Negri - A posição italiana é uma posição muito complexa. Como se sabe, o governo italiano é um governo de direita e é um governo que, depois de 30 anos, retomou a perseguição das pessoas que se refugiaram no exterior depois do final dos anos 70, depois do final dos anos nos quais na Itália houve um forte movimento de transformação, de rebelião. E, portanto, o governo italiano retoma hoje uma campanha pela recuperação destas pessoas. Em particular, tentou fazê-lo com a França, para conseguir a extradição de Marina Petrella [condenada por subversão pela justiça italiana] e não conseguiu porque o governo francês, a presidência francesa [Nicolas Sarkozy], impediu. Neste ponto, aparece em um momento exemplar o caso Battisti.
UOL - O que o senhor quer dizer com perseguição? É perigoso neste momento para Battisti retornar à Itália?
Negri - Eu não sei se é perigoso. Mas é certo que ele foi condenado à prisão perpétua e seria para ele uma situação muito grave.
UOL - Um dos motivos que o Brasil cita para manter o refúgio político é a ameaça de perseguição política contra Battisti...
Negri - Mas seguramente ele seria alvo de uma perseguição política e midiática.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
O Brasil, a UNASUL e a estabilidade continental
InfoRel
27/08/2010
Brasil: país-chave para a estabilidade regional
Marcelo Rech
Na próxima semana, o presidente colombiano Juan Manuel Santos estará em Brasília para discutir com Lula, temas da agenda regional.
Santos deseja imprimir novo fôlego às relações da Colômbia com seus vizinhos.
Além disso, quer fazer bom uso da União das Nações Sul-Americanas (UNASUL) para que os interesses do país não sejam afetados.
Trata-se de uma mudança importante uma vez que o antecessor, Álvaro Uribe, sequer pretendia integrar o bloco.
27/08/2010
Brasil: país-chave para a estabilidade regional
Marcelo Rech
Na próxima semana, o presidente colombiano Juan Manuel Santos estará em Brasília para discutir com Lula, temas da agenda regional.
Santos deseja imprimir novo fôlego às relações da Colômbia com seus vizinhos.
Além disso, quer fazer bom uso da União das Nações Sul-Americanas (UNASUL) para que os interesses do país não sejam afetados.
Trata-se de uma mudança importante uma vez que o antecessor, Álvaro Uribe, sequer pretendia integrar o bloco.
domingo, 8 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Lula defende maior integração entre América do Sul e África
06 de agosto de 2010
Lula defende maior integração entre latino-americanos e africanos
EFE, Caracas,
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu uma maior integração da América Latina com a África, em encontro com o líder venezuelano, Hugo Chávez, hoje em Caracas.
“O potencial” de colaboração e desenvolvimento entre América Latina e África “é infinitamente superior à capacidade de imaginação que podemos ter desse potencial”, ressaltou Lula, na abertura da Mesa Presidencial Estratégica da Cúpula América do Sul-África (ASA), que se estenderá durante o fim de semana.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Cúpula do Mercosul reitera apoio à Argentina na questão das Malvinas
O Estado de S.Paulo
03 de agosto de 2010
Mercosul reitera apoio à Argentina em disputa pelas ilhas Malvinas
Reivindicação foi intensificada após companhias britânicas começarem a prospectar petróleo nas ilhasEfe
SAN JUAN, ARGENTINA- Os membros do Mercosul e os países associados confirmaram nesta terça-feira, 3, seu apoio à Argentina em sua "legítima reivindicação" pela soberania das Ilhas Malvinas e seu interesse por uma rápida solução para o conflito com o Reino Unido.
Em comunicado conjunto divulgado ao término da 39ª cúpula do bloco lembraram "o interesse regional para que a prolongada disputa alcance o mais rápido possível uma solução, em conformidade com as resoluções pertinentes das Nações Unidas" e as declarações dos foros regionais e multilaterais.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Diplomacia: Unasul amplia negociações para tentar um acordo entre Venezuela e Colômbia
Agência Brasil
27/07/2010
Unasul intensifica negociações para tentar um acordo amanhã entre Venezuela e Colômbia
Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Às vésperas da reunião dos ministros das Relações Exteriores dos países que compõem a União das Nações Sul-Americanas (Unasul), em Quito, para discutir a crise entre Venezuela e Colômbia, o governo do presidente do Equador e pro tempore do bloco, Rafael Correa, afirmou que há um esforço coletivo para a busca de um acordo. Hoje (27) o governo colombiano propôs a criação de um fórum dentro da Unasul para a discussão do tema. A reunião entre os ministros está marcada para amanhã (28) à tarde.
sábado, 24 de julho de 2010
Brasil e Turquia continuam defendendo solução diplomática para a questão do programa nuclear do Irã
Agência Brasil
24/07/2010
Brasil, Turquia e Irã retomam negociações sobre programa nuclear
Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Um mês e meio depois que o Conselho de Segurança das Nações Unidas impôs uma série de sanções ao Irã, o Brasil e a Turquia voltam a discutir sobre o programa nuclear iraniano. Os ministros das Relações Exteriores iraniano, brasileiro e turco têm um almoço marcado para amanhã (25), em Istambul, na Turquia. Antes, os ministros brasileiro Celso Amorim e o turco, Ahmet Davutoglu, têm uma reunião separada.
Diplomatas brasileiros que acompanham o assunto afirmaram à Agência Brasil que o almoço entre os representantes dos três países é uma resposta a um pedido do ministro das Relações Exteriores do Irã, Manuchehr Mottaki. Ao final do encontro, os chanceleres deverão conceder uma entrevista coletiva.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Comitê de Descolonização da ONU convoca Reino Unido para negociar posse das Malvinas
Agência Brasil
ONU convoca Reino Unido e Argentina para negociar posse das Malvinas
Luiz Antônio Alves
Correspondente da Agência Brasil na Argentina
Buenos Aires - O Comitê de Descolonização da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou na tarde de hoje (24), por unanimidade, uma nova resolução convocando os governos do Reino Unido e da Argentina a recomeçar as negociações em busca de uma solução pacífica sobre a posse e a soberania das Ilhas Malvinas. Esta é a segunda vez que a ONU se manifesta sobre a disputa que envolve os dois países.
24/06/2010
ONU convoca Reino Unido e Argentina para negociar posse das Malvinas
Luiz Antônio Alves
Correspondente da Agência Brasil na Argentina
Buenos Aires - O Comitê de Descolonização da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou na tarde de hoje (24), por unanimidade, uma nova resolução convocando os governos do Reino Unido e da Argentina a recomeçar as negociações em busca de uma solução pacífica sobre a posse e a soberania das Ilhas Malvinas. Esta é a segunda vez que a ONU se manifesta sobre a disputa que envolve os dois países.A primeira ocorreu em 1965, quando a organização aprovou a Resolução 2065, considerando a pendência um "assunto colonial". O Reino Unido nega-se a discutir a questão com o governo argentino. No último dia 9, em sua 40ª Assembleia Geral, realizada no Peru, a Organização dos Estados Americanos (OEA) também se manifestou sobre a pendência, aprovando declaração de apoio à Argentina na disputa com o Reino Unido.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
ONU elogia Brasil e afirma que acordo nuclear do Irã pode ser importante para reduzir tensões internacionais
Agência Brasil
27/05/2010
ONU elogia Brasil e afirma que acordo nuclear do Irã pode ser importante para amenizar tensões
Nielmar Oliveira
Repórter da Agência Brasil
27/05/2010
ONU elogia Brasil e afirma que acordo nuclear do Irã pode ser importante para amenizar tensões
Nielmar Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Na avaliação do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, o acordo para a troca de combustível nuclear assinado pelo Irã com a intermediação do Brasil e da Turquia pode vir a se tornar um passo importante para aliviar as tensões internacionais criadas a partir do avanço do programa nuclear iraniano.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Irã e o império decadente, por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Folha de S.Paulo
23/05/2010
O Irã e o império decadente
Luiz Carlos Bresser Pereira *
23/05/2010
O Irã e o império decadente
Luiz Carlos Bresser Pereira *
Há algum tempo, o establishment mundial recebeu com um misto de irritação e descrença a notícia de que o presidente Lula se dispunha a intermediar a questão do Irã.
Na semana passada a diplomacia brasileira alcançou um êxito histórico em Teerã ao lograr que o governo nacionalista islâmico do Irã aceitasse o acordo sobre a troca de urânio pouco enriquecido por urânio enriquecido a 20% nos mesmos termos que as grandes potências e a AIEA (agência atômica da ONU) haviam proposto há seis meses.
Não obstante, alegando que o acordo não assegura que o Irã não utilizará o restante do urânio em seu poder para se tornar potência nuclear, os EUA conseguiram convencer as demais grandes potências a levar ao Conselho de Segurança da ONU a proposta de novas sanções ao Irã. E adicionaram mais uma “razão”: assim, evitam que seu aliado Israel bombardeie o Irã. Significa isso que o acordo de Teerã fracassou?
Na semana passada a diplomacia brasileira alcançou um êxito histórico em Teerã ao lograr que o governo nacionalista islâmico do Irã aceitasse o acordo sobre a troca de urânio pouco enriquecido por urânio enriquecido a 20% nos mesmos termos que as grandes potências e a AIEA (agência atômica da ONU) haviam proposto há seis meses.
Não obstante, alegando que o acordo não assegura que o Irã não utilizará o restante do urânio em seu poder para se tornar potência nuclear, os EUA conseguiram convencer as demais grandes potências a levar ao Conselho de Segurança da ONU a proposta de novas sanções ao Irã. E adicionaram mais uma “razão”: assim, evitam que seu aliado Israel bombardeie o Irã. Significa isso que o acordo de Teerã fracassou?
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
EUA anunciam fechamento de embaixada no Brasil
Nota de Rodapé
EUA anunciam fechamento de embaixada no Brasil
A Casa Branca comunicou nesta quinta-feira, 20, que irá fechar sua representação diplomática no Brasil. A medida foi adotada durante reunião de mais de três horas entre a chefe do Departamento de Estado, Hillary Clinton, e o embaixador no Brasil, Thomas Shannon.
20 de maio de 2010
EUA anunciam fechamento de embaixada no Brasil
João Peres
A Casa Branca comunicou nesta quinta-feira, 20, que irá fechar sua representação diplomática no Brasil. A medida foi adotada durante reunião de mais de três horas entre a chefe do Departamento de Estado, Hillary Clinton, e o embaixador no Brasil, Thomas Shannon.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
As relações do Brasil com o Irã e a questão nuclear, por André Luiz Reis da Silva
Meridiano 47
18/05/2010
As relações do Brasil com o Irã e a questão nuclear
André Luiz Reis da Silva
O Brasil e a diplomacia brasileira tiveram um grande sucesso nos últimos dias. Visto por muitos de forma cética, a interlocução do Brasil no caso do Programa Nuclear Iraniano teve bom resultado, embora provisório. O presidente Luis Inácio Lula da Silva intermediou, em Teerã, um acordo entre o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, e o primeiro-ministro da Turquia, Tayyiq Erdogan. O acerto tem como base o envio de 1,2 mil quilos de urânio iraniano para a Turquia, que estocaria o material enquanto França e Rússia o enriqueceriam em 20% – tratamento insuficiente para o uso militar, mas suficiente para fins pacíficos.
O Brasil e a diplomacia brasileira tiveram um grande sucesso nos últimos dias. Visto por muitos de forma cética, a interlocução do Brasil no caso do Programa Nuclear Iraniano teve bom resultado, embora provisório. O presidente Luis Inácio Lula da Silva intermediou, em Teerã, um acordo entre o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, e o primeiro-ministro da Turquia, Tayyiq Erdogan. O acerto tem como base o envio de 1,2 mil quilos de urânio iraniano para a Turquia, que estocaria o material enquanto França e Rússia o enriqueceriam em 20% – tratamento insuficiente para o uso militar, mas suficiente para fins pacíficos.
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