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sábado, 17 de março de 2012

Renomado geógrafo brasileiro, Aziz Ab'Saber morre aos 87 anos

Sala de Imprensa do CNPq

16/03/2012

Geógrafo Aziz Ab'Saber morre aos 87 anos




Aziz Ab'Saber, um dos geógrafos mais respeitados do país, reconhecido internacionalmente, faleceu aos 87 anos, na manhã de hoje (16) de causa natural. 

 Presidente de Honra, ex-presidente e conselheiro da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ab'Saber é autor de estudos e teorias fundamentais para o conhecimento dos aspectos naturais do Brasil. 

Natural de São Luís do Paraitinga, Ab'Saber desenvolveu ao longo de sua extensa carreira de cientista centenas de pesquisas e tratados de significativa relevância internacional nas áreas de ecologia, biologia evolutiva, fitogeografia, geologia, arqueologia e geografia. Ele desenvolveu trabalhos no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA/USP) até ontem. 

Em visita à SBPC nesta quinta-feira (15) ele entregou sua obra consolidada, de 1946 a 2010, em um DVD, para ser enviada a amigos, colegas da universidade e a outras pessoas. "Tenho o grande prazer de enviar para os amigos e colegas da universidade o presente DVD que contém um conjunto de trabalhos geográficos e de planejamento elaborados entre 1946-2010. Tratando-se de estudos predominantemente geográficos, eu gostaria que tal DVD seja levado ao conhecimento dos especialistas em geografia física e humana da universidade", diz Ab'Saber em sua dedicatória. 

Prêmios - Ab'Saber, que também foi professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, recebeu diversas láureas, como o Prêmio Jabuti em ciências humanas (1997 e 2005), e em ciências exatas (2007); o Prêmio Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia (1999) e Pesquisador Emérito (2010), ambos concedidos pelo CNPq; a Medalha de Grão-Cruz em Ciências da Terra pela Academia Brasileira de Ciências (ABC), e o Prêmio Unesco para Ciência e Meio Ambiente (2001). 

Em suas últimas declarações sobre o novo Código Florestal, criticou o texto por não considerar o zoneamento físico e ecológico de todo o país, como a complexa região semiárida dos sertões nordestinos, o cerrado brasileiro, os planaltos de araucárias, as pradarias mistas do Rio Grande do Sul, conhecidas como os pampas gaúchos, e o Pantanal mato-grossense. Na ocasião, chegou a defender a criação do Código da Biodiversidade para contemplar a preservação das espécies animais e vegetais. (Com informações da SBPC)

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Fonte:
Assessoria de Comunicação Social do CNPq - comunicacao@cnpq.br
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)  

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Mudanças Climáticas e Aquecimento Global - debate entre os principais climatologistas brasileiros

O vídeo a seguir foi gravado em um debate realizado na USP, no Campus de São Paulo, entre os principais climatologistas, metereologistas e cientistas brasileiros que discordam da hipótese do aquecimento global e da hipótese do aquecimento de causa antrópica. 



Mudanças Climáticas e Aquecimento Global : debate entre os principais climatologistas brasileiros
parte 1





Mudanças Climáticas e Aquecimento Global : debate entre os principais climatologistas brasileiros
parte 2





Mudanças Climáticas e Aquecimento Global : debate entre os principais climatologistas brasileiros
parte 3
 





Mudanças Climáticas e Aquecimento Global : debate entre os principais climatologistas brasileiros
parte 4
Mudanças Climáticas e Aquecimento Global : debate entre os principais climatologistas brasileiros


Mudanças Climáticas e Aquecimento Global : debate entre os principais climatologistas brasileiros
parte 6







Mudanças Climáticas e Aquecimento Global : debate entre os principais climatologistas brasileiros
Parte final - perguntas e encerramento



Participaram deste debate os seguintes pesquisadores: 


Prof. Dr. Luiz Carlos Baldicero Molion : graduado em Fisica pela Universidade de São Paulo, USP (1969), PhD em Meteorologia na University of Wisconsin, Madison, EUA (1975), pós-doutorado em Hidrologia de Florestas, Institute of Hydrology, Wallingford, Reino Unido (1982),  Pesquisador Senior aposentado do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, INPE, prof. associado na UFAL, professor visitante da Western Michigan University nos EUA, , e é fellow do Wissenschftskolleg zu Berlin, Alemanha (1990).
foi professor de pós-graduação da Universidade de Évora, Portugal, e, representante da América do Sul como membro do Grupo Gestor da Comissão de Climatologia, da Organização Meteorológica Mundial (MG/CCl/WMO).

Prof. Dr. Ricardo Augusto Felicio : graduado em Ciências Atmosféricas - Meteorologia pela Universidade de São Paulo, USP (1998), mestrado em Meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, INPE (2003) e doutorado em Geografia (Geografia Física) pela Universidade de São Paulo, USP (2007). Atualmente é professor de climatologia e metereologia da Universidade de São Paulo. Pesquisadorespecialisna na área de Geociências, com ênfase em Geografia e Meteorologia, Climatologia Geográfica, Antártida, Meteorologia e na Análise dos Ciclones Extratropicais e Polares na Antártica e no setor Sub-antártico que atuam no Brasil e no cinturão polar.  


Prof. Geraldo Lino Marcel Ligabo

Prof. Kenitiro Suguio

Prof. Mark Lund

Prof. Mario Fontes

Prof. Guilherme Polli

terça-feira, 15 de março de 2011

Vídeo do NOAA mostra a propagação da tsunami após o terremoto no Japão

Vídeo do centro de alerta para tsunamis do NOAA mostra a propagação da tsunami formada após o terremoto de 11 de março no litoral do Japão. A propagação das ondas da tsunami levou apenas 22 horas para atingir os pontos mais distantes no Oceano Pacífico.


http://www.youtube.com/watch?v=Lo5uH1UJF4A


quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Fenômenos naturais, ignorância geográfica e catastrofismo midiático

Ceticismo
18/01/2010

Terremotos, charlatanismo e mídia: uma relação desastrosa 

Diogo Farrapo Albuquerque 

A ciência, por definição, tem como função não só explicar os fenômenos naturais mas também prevê-los. Muitos foram previstos e posteriormente verificados experimentalmente ou na natureza.

Na ciência, as previsões não vem de pais-de-santo, Mãe Diná ou através de bolas de cristal. Os fenômenos são estudados e partir daí é possível indicar quando ocorrerão dentro de situações controladas ou na própria natureza.
Tectonismo - zona de subducção e atrito entre placas tectônicas
 
Terremotos

Os terremotos ou sismos são causados pela liberação de grande quantidade de energia no interior da crosta e ocorrem geralmente devido ao movimento de placas tectônicas, atividade vulcânica, falhas no interior da placa etc.

Os fenômenos relacionados à atividade sísmica ainda não podem ser previstos através de um modelo científico confiável. Existem estudos que estão testando algumas hipóteses de previsão mas ainda são puramente especulativos.