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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Mercosul prevê compartilhamento do atendimento em saúde


Agência Saúde
Ministério da Saúde
 05 de Dezembro de 2019

 Mercosul prevê compartilhamento do atendimento em saúde


Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai assinaram acordo para oferta de atendimento médico em condição de reciprocidade e complementaridade

Os moradores das cidades fronteiriças dos países do Mercosul, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, passarão a ter acesso aos serviços de saúde em ambos os lados da fronteira. É o que prevê um dos Acordos de Cooperação assinados nesta quinta-feira (5), pelo presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS), durante a 55ª Cúpula de Presidentes do Mercosul.

No acordo entre os países, o esforço será para que, de forma recíproca, sejam oferecidos atendimentos médicos às populações das cidades gêmeas. As ações podem ser combinadas entre dois ou até três países que compartilhem a mesma região de maior trânsito local de pessoas. O acordo foi finalizado pelos chanceleres dos países membros no âmbito do subgrupo de integração fronteiriça do Mercosul e tem como objetivo facilitar a vida da população dessas regiões.

O Brasil possui fronteira de cerca de 3.700 km com os países do Mercosul. Pelo texto aprovado, os estados partes (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) poderão conceder outros direitos que acordarem bilateralmente ou trilateralmente, inclusive atenção médica nos serviços públicos de saúde em condições de reciprocidade e complementaridade.

O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta integrou a comitiva do o presidente da República, Jair Bolsonaro que encerrou o período de presidência pró-tempore do Mercosul. Os presidentes da Argentina, Maurício Macri; do Paraguai, Mario Abdo Benítez e a vice-presidente do Uruguai, Lúcia Topolansky, representando o presidente Tabaré Vásquez, assinaram ainda, acordos diplomáticos de cooperação policial na fronteira, transporte de produtos perigosos, serviços financeiros, defesa do consumidor e reconhecimento recíproco de assinaturas digitais.

A saúde nas fronteiras, no âmbito do Mercosul, vem sendo tratada, ao longo deste ano, com a intensificação de ações de vacinação; a formalização da Rede de Bancos de Leite Humano; rodada de negociação conjunta de Medicamentos de Alto Custo; e a declaração sobre hepatites virais. Durante a reunião de Ministros da Saúde do Mercosul, ocorrida em São Paulo no dia 1º de novembro de 2019, o ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, defendeu o fortalecimento da cooperação técnica entre os quatro países membros do Mercosul para intercâmbio de experiências e ações conjuntas nas fronteiras.


Por Roberto Chamorro, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315-3580 / 2745





Publicado originalmente no Portal do Ministério da Saúde:

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Debate entre Luiz Inácio Lula da Silva, José Mujica e Víctor Báez

Debate entre Luiz Inácio Lula da Silva, José Mujica e Víctor Báez
(video em espanhol)

El jueves 4 de abril en Sala de Presidentes del Edificio MERCOSUR en la Ciudad de Montevideo, el Proyecto FES Sindical Regional (FSR), en cooperación con la Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Américas (CSA), realizo un Debate Público.

En el mismo participaron;
- Luiz Inácio Lula da Silva, ex Presidente de Brasil,

- José Mujica, Presidente de Uruguay,

- Víctor Báez, Secretario General de la Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA).



http://youtu.be/LULbbfpQBQ4



http://youtu.be/JBdgOCm80i0


La experiencia de Gobiernos Progresistas en América Latina está cumpliendo una década de desarrollo. En la mayoría de los Países que viven esta realidad, la relación entre Partidos Progresistas y el Movimiento Sindical constituyó un aspecto relevante tanto para alcanzar el gobierno como para marcar el rumbo y el carácter de las transformaciones. En este debate público queremos promover un diálogo entre líderes políticos progresistas y el sindicalismo de América Latina para interrogarse sobre la sustentabilidad de estas transformaciones, la agenda pendiente y la importancia que representa la articulación y alianza (muchas veces tensa) entre ambos mundos para consolidar y profundizar este proceso de cambios.


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sábado, 1 de dezembro de 2012

Presidentes da Unasul se reúnem em Lima para discutir inclusão social e crescimento econômico

Agência Brasil, 30/11/2012

Presidentes da Unasul se reúnem em Lima para discutir inclusão social e crescimento econômico

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Alguns dos presidentes da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) se reúnem hoje (30), em Lima, no Peru, durante a Cúpula dos Chefes de Estado e Governo da Unasul para definir as metas e prioridades para a próxima etapa dos trabalhos do grupo. A ideia é aliar a inclusão social ao crescimento econômico e ao desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação.

A presidenta Dilma Rousseff cancelou a participação na cúpula por questões de agenda interna. Os presidentes Cristina Kirchner (Argentina) e Hugo Chávez (Venezuela) também estarão ausentes.

Já estão em Lima os presidentes José Mujica (Uruguai), Ramotar Donald (Guiana), Desiré Delano Bouterse (Suriname) e o vice-presidente brasileiro Michel Temer, que representa Dilma na cúpula. Para hoje são esperados os presidentes Rafael Correa (Equador), Sebastián Piñera (Chile) e Evo Morales (Bolívia).

Ontem (29) os ministros das Relações Exteriores da Unasul definiram que deve ser criado um mecanismo para a resolução de disputas de investimentos. Mas o tema ainda tem de ser discutido e aprovado pelos presidentes de países da região.

Também há a proposta de apresentar uma posição comum sobre temas específicos, como o sugerido pelo governo do Equador, para reformar o Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanas (OEA)

O presidente do Peru, Ollanta Humala, ofereceu ontem (29) um jantar para os presidentes sul-americanos. No jantar, ele disse que a Unasul deve servir também para articular políticas e troca de experiências sobre a melhor forma de combater a pobreza e a promoção social na região.

Humala lembrou que a América do Sul é mais “desigual” do que pobre e que o esforço para combater essa característica da região deve ser coletivo. "Atualmente o povo sul-americano espera muito de nós, por isso é importante a Unasul porque a nossa história é de esperança e é por isso que nós temos que trabalhar", disse ele.

Na reunião ontem os ministros das Relações Exteriores da Unasul analisaram também as propostas apresentadas pelos conselhos de defesa, de economia, de saúde, de desenvolvimento social, de energia, educação, ciência, tecnologia e inovação e combate ao tráfico de drogas.

*Com informações da agência pública de notícias do Peru, Andina.

Edição: Talita Cavalcante



http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-11-30/presidentes-da-unasul-se-reunem-em-lima-para-discutir-inclusao-social-e-crescimento-economico

Chanceleres da Unasul se reúnem no Peru para discutir política, economia e defesa

Agência Brasil, 29/11/2012

Chanceleres da Unasul se reúnem no Peru para discutir política, economia e defesa

Renata Giraldi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e mais dez chanceleres que compõem a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) se reúnem hoje (29), em Lima, no Peru. A reunião antecede a Cúpula dos Chefes de Estado e de Governo da Unasul, que ocorre amanhã. Estarão em debate questões políticas, como a expectativa do Paraguai de ver revogada sua suspensão do grupo, econômicas, com a ampliação de parcerias, além de defesa e segurança.

A Unasul é formada pela Bolívia, Colômbia, o Equador, Peru, a Argentina, o Brasil, Paraguai, Uruguai, a Venezuela, o Chile, a Guiana e o Suriname. São países observadores o Panamá e o México.

A presidenta Dilma Rousseff cancelou a participação na cúpula. No Paraguai, a expectativa é que os presidentes presentes ao encontro decidam pela revogação da suspensão do país tanto da Unasul quanto do Mercosul. O Paraguai foi suspenso em junho porque os líderes políticos da região concluíram que a destituição do então presidente Fernando Lugo ocorreu em meio ao rompimento da ordem democrática. As autoridades paraguaias negam irregularidades.

O presidente do Grupo de Alto Nível da Unasul, Salomón Lerner, esteve em Assunção, examinou o funcionamento das instituições paraguaias e conversou com autoridades do Judiciário, Executivo e Legislativo. Lerner apresentará um relatório detalhando as conclusões do grupo sobre a situação política do Paraguai. Por enquanto, a suspensão é válida até abril de 2013, quando haverá eleições presidenciais no país.

Nas áreas econômica e comercial, os conselhos ministeriais, integrados por membros de todos os países, negociam a ampliação de parcerias. As prioridades são os projetos de infraestrutura  de planejamento e integração física. Nas questões relativas à segurança e defesa, há a proposta de instaurar um conselho específico para a área e as preocupações estão centradas no combate  ao tráfico de drogas, de armas e de pessoas.   

Há ainda vários temas também em discussão que devem ser incluídos no comunicado final da cúpula. A reunião dos chefes de Estado e Governo ocupará apenas a manhã de sexta-feira (30). Os líderes poderão se manifestar pelo tempo que considerarem adequado, não há limite. Mas a única manifestação à imprensa prevista é do presidente do Peru, Ollanta Humala, que deverá fazer uma declaração – sem direito a perguntas.

Em 2011, as relações comerciais entre o Brasil e os demais integrantes da Unasul envolveu US$ 76 bilhões, registrando crescimento de 20% em relação a 2010 e de 65% se comparado a 2009. Criado em 2008, o grupo reúne 12 países sul-americanos, sendo que o Paraguai está suspenso há cinco meses. Juntos,somam 400,2 milhões de habitantes e um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 4,276 trilhões.

Edição: Graça Adjuto

sábado, 30 de junho de 2012

Paraguai é suspenso e Venezuela se torna membro-pleno do Mercosul


Carta Capital

29/06/2012  

América do Sul

Paraguai é suspenso do Mercosul e Venezuela vira membro-pleno


No encerramento da 43ª cúpula do Mercosul, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, anunciou a decisão do bloco em suspender o Paraguai até que sejam realizadas novas eleições presidenciais democráticas no país. A decisão ocorreu porque os integrantes do mercado comum sul-americano consideraram a destituição de Fernando Lugo na última semana uma ruptura da ordem democrática. Além disso, com o Paraguai suspenso, a Venezuela será incorporada como membro pleno do bloco a partir de 31 de julho deste ano, em cerimônia a ser realizada no Rio de Janeiro.

Como esperado, as sanções contra o Paraguai foram “leves” e políticas, mas não econômicas. O país não poderá participar de nenhum evento do Mercosul até que o novo presidente assuma o poder em agosto de 2013. “Não serão aplicadas sanções econômicas contra o Paraguai, já que nosso objetivo é a melhora econômica das pessoas que moram no Cone Sul e no resto da América do Sul”, disse Kirchner.

Reunião da cúpula extraordinária de Chefes de Estado da UNASUL. Mendonza-ARG, 29/06/2012 Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A Presidenta Dilma Rousseff, do Brasil, e a Presidenta Cristina Kirchner, da Argentina, durante reunião da cúpula extraordinária de Chefes de Estado da UNASUL. Mendonza-ARG, 29/06/2012 Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A suspensão paraguaia também abriu espaço para a incorporação venezuelana. O movimento que já era visto como possível por diplomatas. O país do presidente Hugo Chávez havia solicitado a adesão ao bloco, com o pedido aceito por Brasil, Argentina e Uruguai. O Congresso paraguaio era o único a bloquear o pedido. No anúncio da adesão, assinado por Kirchner, a presidenta Dilma Rousseff e o presidente uruguaio, José Mujica, o bloco chama outros países a aderirem ao mercado comum.
 
Cristina Kirchner anunciou adesão da Venezuela 
como membro pleno do Mercosul. Foto: AFP
O presidente do Paraguai, Federico Franco, disse mais cedo que se uma suspensão ocorresse, procuraria novos parceiros comerciais. “Ao ser suspenso, o Paraguai está liberado para tomar decisões. Vamos analisar os custos e benefícios. Vamos fazer o que for mais conveniente para os interesses do Paraguai”, afirmou. Franco também comentou que havia chegado ao fim “a tutela dos vizinhos”, em referência a Brasil e Argentina. Mas o Paraguai depende em grande parte do Mercosul. Apenas no ano passado o Paraguai exportou aos membros do bloco cerca de 2,9 bilhões de dólares. Desde 2007 foram quase 10 bilhões de dólares. Na comparação das exportações nos últimos cinco anos até 2011 para o restante da América do Sul (sem os integrantes do Mercosul), esse valor é de apenas 3,6 bilhões, quase três vezes menor. Os dados são do Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior do Mercosul, do Ministério do Desenvolvimento. E esse perfil se repete quando analisadas as exportações paraguaias à União Europeia, grupo com o qual o Mercosul tenta fortalecer laços. Em 2011, foram apenas 515 milhões de dólares e desde 2007 o valor fica em torno de 1,8 bilhão de dólares. Número bem inferior às exportações paraguaias do último ano ao Mercosul. Na Ásia, a situação não é muito diferente. Entre 2007 e 2011, as vendas para China, Hong Kong e Macau somaram escassos 287 milhões de dólares.

A dependência de nações vizinhas fica clara nos dados. Uruguai, Brasil e Chile (que não integra o Mercosul) são os maiores compradores de produtos paraguaios, enquanto principais vendedores são China, Brasil e Argentina, segundo dados da Organização Mundial do Comércio (OMC). Por outro lado, o Paraguai não aparece entre os cinco principais parceiros dos países do Mercosul em exportação ou importação, um indicador de que tem pouca relevância comercial para estes Estados, embora eles representem considerável parte de sua renda.









 

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Ferrosul é tema de reunião binacional Brasil-Uruguai


Agência de Notícias do Estado do Paraná

16/06/2010 

Ferrosul é tema de reunião binacional Brasil-Uruguai 
 
O presidente da Ferroeste, Samuel Gomes, e o presidente da empresa estatal uruguaia AFE (Administración de Ferrocarriles del Estado), Alejandro Orellano, reuniram-se terça-feira (15) na cidade gaúcha de Santana do Livramento, na fronteira com a cidade uruguaia de Rivera. A reunião foi promovida pela Comissão de Serviços Públicos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, e teve por objetivo discutir as possibilidades de cooperação entre as duas empresas com a entrada em funcionamento da Ferrosul, cuja criação, a partir de mudanças nos estatutos sociais da Ferroeste, foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Paraná, em projeto que aguarda a sanção do governador Orlando Pessuti.

sábado, 29 de maio de 2010

Brasil e Uruguai firmam acordo de cooperação na área de Defesa

Agência Brasil

28/05/2010

Brasil e Uruguai firmam acordo de cooperação na área de Defesa

Alex Rodrigues

Repórter da Agência Brasil


Brasília – Os governos brasileiro e uruguaio acertaram ontem (27) a assinatura de um acordo de cooperação na área de Defesa, durante reunião com autoridades dos dois países em Montevidéu.