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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Redução na atividade solar pode levar a resfriamento global e pequena "Era Glacial"

Agência FAPESP

05/11/2010

Imagens inéditas de explosões solares

Fábio de Castro
Cientistas do Brasil e da Argentina, com apoio da FAPESP, obtêm primeiras imagens do Sol feitas com equipamentos que mostram atividade solar com grau de detalhamento sem precedentes (divulgação)

Agência FAPESP – Um grupo de cientistas do Brasil e da Argentina acaba de anunciar a obtenção das primeiras imagens do Sol adquiridas com telescópio e filtro H-Alfa – instrumento capaz de mostrar as regiões ativas da atmosfera solar com grau de detalhamento sem precedentes quando operado no mesmo local com dois outros telescópios solares no infravermelho e em ondas submilimétricas.

As primeiras imagens foram obtidas no dia 20 de outubro, no observatório do Complexo Astronômico El Leoncito (Casleo), localizado em San Juan, na Argentina. A iniciativa faz parte de um convênio que envolve, há dez anos, cientistas do Casleo e do Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie (Craam), da Escola de Engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

A obtenção de imagens em H-Alfa faz parte do Projeto Temático “Emissões da atividade solar do submilimétrico ao infravermelho”, coordenado por Pierre Kaufmann, professor do Craam, e financiado pela FAPESP.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Programa "Minha Casa, Minha Vida" prevê entre 300 e 400 mil casas com energia termosolar

Agência Brasil

04/11/2010

Pelo menos 300 mil moradias da segunda edição do Minha Casa, Minha Vida terão energia solar

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil



Rio de Janeiro - Entre 300 mil e 400 mil casas da segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida serão equipadas com painéis solares para aquecer a água do chuveiro. Todos os novos empreendimentos do programa voltados a famílias com renda de, no máximo, três salários mínimos nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste têm de vir equipados, obrigatoriamente, com sistema de captação de energia solar. A informação é da secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães.

“O objetivo do aquecimento solar é, além da preservação da energia, também contribuir para a sustentabilidade econômica, barateando o custo da energia, aliado a um processo de educação dessas famílias, que devem fazer um uso racional da água e da energia”, ressaltou a secretária.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O desafio ambiental dos painéis fotovoltáicos

Embora discorde da abordagem utilizada para descrever este problema (no artigo a seguir), a realidade é que os resíduos tóxicos da produção de células fotosensíveis para placas fotovoltáicas, ainda é bastante incerto. Por enquanto, esta continua sendo uma "alternativa" energética de custo extremamente elevado e cujo passivo ambiental envolvido na sua fabricação e reciclagem, ainda não foi solucionado satisfatoriamente. Por enquanto a geração de energia termossolar (transformação da energia térmica do sol em energia) continua sendo muito mais barata e menos poluente que a geração de eletricidade através de placas fotovoltáicas (luz em eletricidade) que necessitam de semicondutores a base de silício, seja silício monocristalino (mono-Si), seja policristalino (poly-Si). 

Entretanto, o fato de que uma tecnologia ainda inicial apresente problemas, não significa que seu desenvolvimento deva ser abandonado, afinal, materiais semicondutores capazes de transformar diferentes modalidades de energia (luz, calor, radiações, vibrações) em eletricidade, podem ajudar a humanidade a realizar uma transiçãomais suave para uma nova matriz energética no sec. XXI. A depender das decisões e das políticas públicas que adotarmos hoje, esta transição para uma nova matriz energética pode ser problemática e desestabilizadora para as relações entre as nações, ou pode ser  mais sustentável em termos ambientais, sociais e econômicos, levando a Humanidade a um novo patamar de geração de energia mais abundante e barata.

De qualquer forma, recomendo a leitura do artigo, que está reproduzido a seguir:




Alerta em Rede

19/10/2010

Células solares não são tão “verdes” assim

Na contramão do que defendem os ambientalistas, as assim chamadas “energias limpas” não passam de uma bela “ficção verde”, pois, além dos custos econômicos elevadíssimos, não é incomum que os seus impactos ambientais sejam bem maiores do que sugere a propaganda ambientalista. Um exemplo didático é a energia solar, que gera uma considerável quantidade de resíduos tóxicos como subproduto da fabricação das placas coletoras. Além disto, as primeiras placas em funcionamento estão se aproximando do fim de sua vida útil e ainda não se sabe o que fazer com elas ao serem descartadas, em um futuro muito próximo.