A "política indigenista" da FUNAI, que prega o isolamento dos indígenas a qualquer custo, está resultando em um custo bastante elevado em vidas humanas: a mortalidade infantil aumentou 513% entre os indígenas (ver postagem da notícia abaixo). A taxa de mortalidade infantil e a mortalidade geral entre os os indígenas no Brasil sempre foi muito elevada, porque a FUNAI defende a política de evitar o contato com essas comunidades, para supostamente "protegê-las" da influência da cultura "branca".
O resultado é muitos grupos de indígenas não têm direito de escolher o que querem, especialmente quando querem se integrar e ter acesso à tecnologias modernas. O acesso às tecnologias poderia muito bem ser decidido por eles mesmo, que tenham acesso às tecnologias que quiserem, que possam integrar tais tecnologias como quiserem à sua própria cultura, mas não, nem mesmo na área de saúde e medicina o acesso às tecnologias modernas tem sido liberado. Tudo para evitar um suposto "etnocídio" ou o risco do que os antropólogos da Funai e muitas ONGS "indigenistas" chamam de "contaminação cultural". Na prática é uma verdadeira política de "isolamento a qualquer custo". O resultado é o aumento da mortalidade entre os indígenas a um custo insustentável de vidas humanas. Ou seja, em nome do conservacionismo cultural, aceitamos um verdadeiro genocídio lento e gradual. Em algumas comunidades indígenas a mortalidade infantil atingiu 60% no último ano, o que equivaleria a 600 por mil, o que seria o pior índice do mundo, caso fosse um país. Apenas a título de comparação, os dois piores índices de mortalidade infantil do mundo são os de Serra Leoa e do Afeganistão, países historicamente pobres e em guerra civil ou guerras de ocupação que já duram algumas décadas, estão situados na faixa de 150 mortes por mil, no 1o ano de vida.
O resultado é muitos grupos de indígenas não têm direito de escolher o que querem, especialmente quando querem se integrar e ter acesso à tecnologias modernas. O acesso às tecnologias poderia muito bem ser decidido por eles mesmo, que tenham acesso às tecnologias que quiserem, que possam integrar tais tecnologias como quiserem à sua própria cultura, mas não, nem mesmo na área de saúde e medicina o acesso às tecnologias modernas tem sido liberado. Tudo para evitar um suposto "etnocídio" ou o risco do que os antropólogos da Funai e muitas ONGS "indigenistas" chamam de "contaminação cultural". Na prática é uma verdadeira política de "isolamento a qualquer custo". O resultado é o aumento da mortalidade entre os indígenas a um custo insustentável de vidas humanas. Ou seja, em nome do conservacionismo cultural, aceitamos um verdadeiro genocídio lento e gradual. Em algumas comunidades indígenas a mortalidade infantil atingiu 60% no último ano, o que equivaleria a 600 por mil, o que seria o pior índice do mundo, caso fosse um país. Apenas a título de comparação, os dois piores índices de mortalidade infantil do mundo são os de Serra Leoa e do Afeganistão, países historicamente pobres e em guerra civil ou guerras de ocupação que já duram algumas décadas, estão situados na faixa de 150 mortes por mil, no 1o ano de vida.
