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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Nomeação de praça em Porto Alegre homenageia o professor, jornalista e militante Daniel Herz

Coletiva.net - 22 de Outubro de 2012

Daniel Herz empresta nome a praça em Porto Alegre

Falecido em 2006, jornalista foi reconhecido por seu trabalho pela Democratização da comunicação no Brasil. 

A praça número 3140 – localizada na Rua Paulo Renato Ketzer de Souza com José Miguel da Conceição, no bairro Rubem Berta – passou a chamar-se Jornalista Daniel Koslowsky Herz. Iniciativa do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul (SindJors) para saudar seu ex-diretor, falecido em 2006, a proposta foi acolhida pelo vereador Adeli Sell e formalizada em cerimônia no local, ocorrida neste sábado, 20. Para a concretização da proposta, uma petição pública foi lançada na internet, e contou com adesão de nomes como Santiago, Edelberto Behs, Juarez Fonseca, Ayrton Kanitz, Adroaldo Bauer Corrêa, Flávio Porcello e Ayrton Centeno, entre centenas de pessoas.

Participaram da cerimônia diretores do sindicato, autoridades, amigos e familiares, além dos três filhos do homenageado - Fernando, Guilherme e Ada. "No momento em que o Brasil retoma o Conselho de Comunicação no Congresso Nacional, vemos a importância que se dá à memória do Daniel, reconhecendo o trabalho que teve pela democratização da Comunicação”, relatou José Nunes, presidente do SindJors. Celia Stadnik, viúva do jornalista, se disse feliz por ver reconhecido o trabalho do ex-companheiro . "Achei bonito, diferenciado, lembrando o papel que ele teve na Comunicação", comentou.

Nascido em 29 de dezembro de 1954, em Porto Alegre, Daniel Herz foi um dos fundadores do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação e é até hoje referência para os movimentos por uma comunicação mais democrática. Em 1992, tornou-se diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Rio Grande do Sul e, no mesmo ano, passou a atuar como diretor da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Também foi um dos idealizadores do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional, do qual fez parte.

Nas discussões sobre a democratização da comunicação, nos anos 1970, Daniel trabalhou pela ampliação e qualificação do debate, mostrando que a comunicação ia além da técnica ou do domínio de uma ferramenta. Daniel faleceu em Porto Alegre, em 30 de maio de 2006, por complicações do mieloma múltiplo.


http://www.coletiva.net/site/noticia_detalhe.php?idNoticia=47385


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Homenagem

Jornalista Daniel Herz é nome de praça na Capital

Na presença de familiares, amigos, colegas de trabalho e profissionais da área da comunicação foi realizado, no sábado (20/10), ato de descerramento de placa nomeando praça no bairro Rubem Berta de jornalista Daniel Koslowsky Herz. A escolha do homenageado partiu da iniciativa de amigos e jornalistas, companheiros em sua trajetória pela democratização dos meios de comunicação.

“Trata-se de uma justa honraria ao grande militante, professor, sindicalista, escritor, estrategista político, pesquisador e empresário que Daniel Herz foi”, observou Adeli Sell, proponente da homenagem. “O que seria da TV a cabo sem uma legislação adequada?” emendou o parlamentar ao lembrar que a Lei do Cabo foi uma das principais realizações de Herz, pois disciplinou os serviços de TV por assinatura, criando os canais comunitários, universitários, públicos e legislativos, e adotou os conceitos de universalização dos serviços, compartilhamento de infraestrutura e controle público. 

Emociados com o ato, os familiares agradeceram pela iniciativa da Câmara Municipal. “É uma emoção e um reconhecimento muito grande ouvir de todos vocês a importância que o nosso Daniel teve para a sociedade. Saber que publicamente é reconhecido é uma honra para todos nós”, disse Célia Stadnik, víuva do jornalista falecido em 2006. Os filhos Fernando (27), Guilherme (21) e Ada (16) também acompanharam o ato. 

Sindjors
Da sua trajetória, merece destaque o fato de ter sido um dos fundadores do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação e diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Rio Grande do Sul em 1992, aos 37 anos. Sua contribuição foi fundamental em diversos aspectos, principalmente depois que passou a atuar, no mesmo ano, como diretor da Federação Nacional dos Jornalistas.

"No momento em que o Brasil retoma o Conselho de Comunicação no Congresso Nacional, vemos a importância que se dá à memória do Daniel, reconhecendo o trabalho que teve pela democraitzação da Comunicação. Por isso o Sindicato está na luta pelo Conselho Estadual de Comunicação, e esse papel o Daniel soube fazer muito bem. O Sindicato está fazendo o que ele propôs, de uma verdadeira democracia na Comunicação, ao contrário dos donos da mídia, que estão querendo apenas o monopólio. É uma honra poder homenagear Daniel Herz", relatou José Maria Rodrigues Nunes, presidente do Sindjors. Nunes ainda entregou aos familiares medalha em comemoração aos 70 anos do Sindicato, celebrado neste ano. 

A praça que ganhou o nome de Daniel Herz está localizada na Rua Paulo Renato Ketzer de Souza com Rua José Miguel da Conceição, Zona Norte da cidade. O local é referência importante para a comunidade, sendo utilizada para esportes e lazer.

Tatiana Feldens
Gabinete do vereador Adeli Sell (PT)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

" O arfanabetismo da inpremça "





Jornalistas com déficit de letramento
Por Weden
 
Diz o dito popular que médicos enterram seus erros. E os jornalistas os repercutem.

A falta de atenção e capacidade de compreensão do que diz o  livro didático Por uma Vida Melhor, da editora Global é indicativo de deficit de letramento entre jornalistas. Junte-se a problemas de leitura, interesses mercadológicos, ignorância científica, leviandade intelectual e oportunismo político.

São inúmeros os sintomas do deficit de letramento. Entre eles, dificuldade de relacionar textos (problemas com a intertextualidade), desatenção ao cotexto em que aparecem as sentenças  e incapacidade de  associar o texto ao contexto de enunciação - para não falar nas posições discursivas, mas isso é outra história.

O problema não é só encontrado no ensino básico.  É comum que o deficit de letramento seja detectado também em outros níveis de escolaridade, mesmo entre aqueles que, em suas profissões, fazem largo uso da leitura e da escrita.

Linguistas já chamaram a atenção para o fato de que se estes jornalistas fossem submetidos ao PISA seriam reprovados.

Aqui a lista de jornalistas e intelectuais que precisam aprimorar sua leitura.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Vídeos em homenagem a Daniel Herz

Daniel Herz foi professor, sindicalista, jornalista, pesquisador e teórico da área de comunicação, contruiu uma marcante carreira de ativista e pensador brasileiro, ao dedicar a vida à luta pela democratização da comunicação no Brasil. Falecido há exatos 5 anos, Daniel Herz foi um dos fundadores do FNDC - Fórum Nacional pela Democcratização da Comunicação, participou da diretoria da FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas, criou o Epcom e foi um dos idealizadores do CCS, o Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional, onde chegou a atuar quando este órgão ainda assessorava os congressistas em matérias relacionadas à área de comunicação.  










terça-feira, 11 de janeiro de 2011

FAlha de S.Paulo: Ombudsman reconhece o mico da FOlha de S.Paulo em censurar blogueiros

Blog Limpinho & Cheiroso


segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

FAlha de S.Paulo: Ombudsman reconhece o mico da Folha 


Adaptado do Blog Limpinho & Cheiroso

A brutal perseguição imposta ao blog satírico Falha de S.Pau-lo, que foi censurado, proces-sado e ainda corre risco de pa-gar multa, está dando uma bai-ta dor de cabeça à famiglia Frias. Agora é a própria om-budsman da Folha, Suzana Sin-ger, que reconhece que a em-presa deu um tiro no pé. No ar-tigo intitulado “David e Golias” – será que ela ainda acha que o jornal em que trabalha é tão forte assim? –, a conclusão é taxativa: “O processo da Folha contra a ‘Falha’ prejudica mais o jornal do que o blog humorístico” (clique aqui).

Para quem não conhece a história, o blog foi criado em setembro passado pelos irmãos Lino e Mário Bocchini. O primeiro até já trabalhou num dos jornais do Grupo Folha e tem um vasto currículo na chamada grande imprensa. Críticos da postura direitista do jornal, que durante a campanha presidencial virou palanque eleitoral do demotucano José Serra, eles resolveram fazer um sítio com sátiras hilárias e irreverentes às capas, reportagens, colunistas e chefões da empresa jornalística.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Folha de S.Paulo consegue na Justiça sensurar blog humorístico "Falha de S.Paulo"

R7

05/10/2010 às 08h53

Folha de S.Paulo tira do ar, na Justiça, site que a criticava  

Dono da página acusa jornal de fazer censura com sátira da publicação 

A Folha de S.Paulo conseguiu na Justiça retirar do ar o site de humor Falha de S.Paulo, que fazia sátiras ao tipo de reportagem publicada pelo jornal. Caso a página fosse mantida, os autores estariam sujeitos a multa diária de R$ 1.000, de acordo com a decisão do juiz da 29ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo. No processo, a empresa diz que o motivo da ação é o uso indevido da marca, já que os nomes são parecidos, mas, para os donos do site, trata-se de censura.

O jornalista Lino Ito Bocchini, que criou a página com o irmão, Mario, diz que a ideia surgiu da indignação pela postura da Folha, que “se diz imparcial, mas age assim”. Isso se intensificou durante o período eleitoral.

– Ao contrário do Estadão, que assumiu seu apoio a um candidato [José Serra, do PSDB], a Folha fica posando de imparcial, mas teve, sim, um candidato. Então resolvemos fazer uma crítica leve, bem-humorada. Em vez de agredir o jornal, decidimos fazer paródia. 


Reprodução da home do site antes de ser retirado do ar, com a notificação e a argumentação dos autores



quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Fenômenos naturais, ignorância geográfica e catastrofismo midiático

Ceticismo
18/01/2010

Terremotos, charlatanismo e mídia: uma relação desastrosa 

Diogo Farrapo Albuquerque 

A ciência, por definição, tem como função não só explicar os fenômenos naturais mas também prevê-los. Muitos foram previstos e posteriormente verificados experimentalmente ou na natureza.

Na ciência, as previsões não vem de pais-de-santo, Mãe Diná ou através de bolas de cristal. Os fenômenos são estudados e partir daí é possível indicar quando ocorrerão dentro de situações controladas ou na própria natureza.
Tectonismo - zona de subducção e atrito entre placas tectônicas
 
Terremotos

Os terremotos ou sismos são causados pela liberação de grande quantidade de energia no interior da crosta e ocorrem geralmente devido ao movimento de placas tectônicas, atividade vulcânica, falhas no interior da placa etc.

Os fenômenos relacionados à atividade sísmica ainda não podem ser previstos através de um modelo científico confiável. Existem estudos que estão testando algumas hipóteses de previsão mas ainda são puramente especulativos.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Laerte Braga defende que obrigatoriedade do Diploma para prática do Jornalismo é resquício da ditadura

Observatório da Imprensa

31/3/2009
 
FORMAÇÃO DO JORNALISTA

Diploma é resquício da ditadura

Por  Laerte Braga 

 

A decisão de regulamentar o exercício da profissão de jornalista através da obrigatoriedade do diploma foi tomada na ditadura militar. Ato Institucional nº 5, como forma de controlar a informação e impedir o acesso de críticos do período da boçalidade militar aos veículos de comunicação.

Uma das grandes preocupações dos ditadores e seus sicários era a presença de escritores, pensadores, lideranças políticas, trabalhadores, enfim, daqueles que não pudessem ser controlados ou regidos pelos patrões, então donos da ditadura. Patrocinadores da ditadura.

Transformou-se o ato de pensar, em termos jornalísticos, seja no buscar a notícia, no avaliar o fato, no interpretar, em uma questão técnica. Fale sobre isso em tantas palavras, o espaço é tal, ou você dispõe de dois minutos para expor esse assunto e, o principal, a ótica é essa, a do dono, do modelo.

Os cursos de comunicação foram sucateados na maioria das universidades públicas e na invasão de faculdades privadas. Hoje o jornalista é técnico, até na formação. Especialista. Aquele que tem o dever de saber um pouco de tudo, de indignar-se, de refletir a liberdade, é factótum do dono.

É a característica do jornalismo brasileiro, com exceções evidente. Mas é o padrão imposto pela mídia como fator de dominação e alienação. Tem jornalista especializado em analisar bundas, outros em falar dos castelos de Caras, outros em transformar porcaria em produtos largamente consumidos e vai por aí afora.

Era o objetivo dos militares, é o objetivo dos que controlam a informação e é a associação com o peleguismo sindical da Fenaj.

Direito e dever

Há cerca de uns três anos um diretor de cinema premiado no exterior foi impedido de dar aulas de cinema numa universidade por não ter diploma. Contrataram um técnico que nunca segurou uma câmera.

A campanha da Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas para a manutenção desse instrumento draconiano originado da ditadura é a típica reserva de mercado de pelegos (os que controlam a Federação), a ditadura da mediocridade, o que não significa que todos os jornalistas diplomados assim o sejam.

O instrumento em si, a obrigatoriedade do diploma, é ditatorial. O jornalismo não é como a atividade médica e mesmo assim em muitos países do mundo é possível exercer a medicina sem diploma bastando o notório saber comprovado. Linus Pauling, por exemplo, que estudou e descobriu os efeitos da vitamina C, o que lhe valeu um prêmio Nobel de Medicina, nunca estudou medicina.

Esse argumento de regulamentação não é cabível no ato de pensar e manifestar-se através do que hoje chamam mídia. E ainda há muito o que romper além da barreira do diploma. Há o caso das rádios comunitárias perseguidas como se seus integrantes fossem bandidos – a Globo os chama literalmente de bandidos. E nem falo da televisão.

Na prática, a Fenaj associou-se aos donos e lixe-se o direito e o dever – repito, direito e dever – de opinar. A capacidade da organização e da formação longe dos bordéis globais, ou dos pastores salvadores de almas e donos de vastas contas bancárias.

Mentira embalada

No Brasil, independente de pontos de vista – e a diversidade é a essência da democracia, nunca a ditadura do pensamento padrão Globo, ou o que seja, Record, PSDB, PT, DEM etc – os grandes nomes do jornalismo não tinham diploma. Millôr Fernandes, por exemplo, sem favor algum, um dos gênios do jornalismo em qualquer lugar do mundo, não o tem e sequer tem formação de terceiro grau.

O jornal e logo o jornalista nasceram com a idéia da indignação – ou, como diz Millôr, "a corrupção começa no cafezinho". O que se pretende com o diploma ou é o jornalista dócil, submisso – William Bonner e aquele monte de gente da Folha, do GLOBO, do Estadão, de Veja, de todos – ou é o relações públicas, o que abre a porta e manda o visitante assentar enquanto vai anotando o que o dono manda que se anote.

Há uma passagem que não se sabe se lenda ou realidade, mas que expressa bem isso, sobre a carreira de Assis Chateaubriand (1892-1968). Dizem que numa sexta-feira santa, no início de sua carreira, ávido de agradar ao patrão, recebeu a incumbência de escrever um artigo sobre Cristo e disparou a pergunta: "Contra ou a favor?"

Não é o diploma que faz o jornalista, como, aliás, não é o diploma que faz o médico, o advogado, o engenheiro, quem quer que seja. É o talento e a capacidade de percepção da vida em seu sentido, sua essência, sua razão de ser e a necessidade da postura crítica e independente.

A luta pela preservação dessa vergonhosa e antidemocrática reserva de mercado para o direito de pensar, de escrever, de se expressar em veículos de comunicação tem esse viés autoritário, é típico de uma sociedade cada vez mais desumanizada e que corre às bancas para comprar Caras e se deliciar com o inatingível, a fantasia, assim submeter-se ao modelo sem contestar, ou que fica plantada diante do diplomado Pedro Bial chamando um grupo de objetos de carne e osso dentro de uma casa de "heróis" e "mártires".

É impressionante como essa gente consegue embalar a mentira e vendê-la em caixas belíssimas desenhadas por desenhistas diplomados, vendidas por pelegos sustentados pela categoria sem perceber o engodo, transformando-a em produto democrático, como se democracia fosse produto desse tipo de procedimento.

Liberdade engessada

Cada vez mais voltamos à condição de sociedade tribal e com características diversas daquelas do canibalismo explícito. Hoje ele é implícito e as tribos dispõem do poder, do controle, se ajustaram e se acomodaram nos castelos dessa ordem autoritária em divisões tipo aqui o dono, aqui nesse catre o objeto diplomado – o que se submete – enquanto do lado de fora os que acreditam e agradecem, os objetos moldados segundo a técnica da alienação, do public relations, ou do especialista em relações humanas.

Tem diplomado hoje especializado em ensinar a montar o currículo certo para arranjar o emprego dos sonhos.

Quem resiste, por indignar-se e ser critico da exigência de diploma, está fora. O problema é que o diploma é um modo de controle e o caminho para submeter. Para melhor guiar a "manada".

A chave para rompermos as barreiras impostas pelo modelo atual, perverso, estamos vendo onde reflete a "crise", onde estão os sonegadores – Fiesp/Daslu – está no romper essa cadeia de transmissão do mundo pela ótica Bonner, diplomado evidente, que considera o resto como Homer Simpson.

Aceitar esse resquício da ditadura, do mais cruel e sórdido instrumento de barbárie política da História, o AI-5, é como cair de quatro e descobrir que não somos bípedes.

E um aspecto final. Procurem no resto do mundo, mesmo nas nações mais desenvolvidas e capitalistas, onde existe esse tipo de regulamentação. Este tipo, ou seja, aquele que engessa a liberdade de expressão, o modelo Fenaj/Globo (e o resto, lógico).

O sindicalismo brasileiro corre o sério risco de inaugurar salão de barbeiro com direito a coquetel em sua sede e divulgar tudo num release feito por um diplomado. Já indignar-se, criar, ser livre, isso precisa de "diploma". O do fica quieto e faça o que eu mando. É como querem o jornalista, guiando a "manada".