Discurso do Ministro Relações Exteriores Celso Amorim na abertura do Debate Geral da 65ª Sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas - ONU
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sábado, 25 de setembro de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Lula deve defender no G20 reforma do Conselho de Segurança da ONU
Agência Brasil
25/06/2010
Lula deve defender no G20 reforma do Conselho de Segurança da ONU
Renata Giraldi
25/06/2010
Lula deve defender no G20 reforma do Conselho de Segurança da ONU
Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Em defesa da justiça e da representatividade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aproveitar as reuniões do G20 (grupo das maiores economias do mundo), no Canadá, para retomar a discussão sobre a reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).
O formato do órgão é o mesmo do período pós-2ª Guerra Mundial. Recentemente, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que essa estrutura indicava uma “situação escandalosa”. Com 65 anos, o Conselho de Segurança da ONU não sofreu alterações nesse período.
Para o Brasil, a estrutura que define cinco países como membros permanentes e dez como rotativos não representa o século 21. Uma das propostas de mudança é que entre os integrantes permanentes fiquem dois países da Ásia, um da América Latina, outro do Leste Europeu e um da África.
Brasília – Em defesa da justiça e da representatividade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aproveitar as reuniões do G20 (grupo das maiores economias do mundo), no Canadá, para retomar a discussão sobre a reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).
O formato do órgão é o mesmo do período pós-2ª Guerra Mundial. Recentemente, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que essa estrutura indicava uma “situação escandalosa”. Com 65 anos, o Conselho de Segurança da ONU não sofreu alterações nesse período.
Para o Brasil, a estrutura que define cinco países como membros permanentes e dez como rotativos não representa o século 21. Uma das propostas de mudança é que entre os integrantes permanentes fiquem dois países da Ásia, um da América Latina, outro do Leste Europeu e um da África.
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