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quinta-feira, 6 de maio de 2021
CPI da Pandemia ouve o ex-ministro da Saúde Nelson Teich - 5/5/2021
https://www.youtube.com/watch?v=Q9JKgIxMU6Y
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
O texto definitivo do Novo Código Florestal
Texto definitivo do Novo Código Florestal apresenta avanços mas ainda exige muito das pequenas propriedades e da agricultura familiar
A Câmara dos Deputados aprovou a versão definitiva da lei que cria o
Novo Código Florestal, após aprovações anteriores com modificações que
ocorreram na Câmara e no Senado em 2011.
O Código Florestal até então vigente era baseado na Lei nº 4.771, de 15 de Setembro de 1965 - Código Florestal, mas que já havia sido extensivamente modificado, por mais de 100 emendas e alterações acrescentadas entre 1965 e 2009, tendo sido objeto de cerca de 6 mil regulações e atos normativos por parte dos órgãos responsáveis pela fiscalização do seu cumprimento.
A nova versão do Código Florestal pode ser obtida no site da Câmara dos Deputados em sua redação final: Novo Código Florestal - http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/MEIO-AMBIENTE/416233-CAMARA-DISPONIBILIZA-REDACAO-FINAL-DO-NOVO-CODIGO-FLORESTAL.html
É possível, também, conferir os principais pontos aprovados que modificam a atual legislação nesta seção: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/415840.html?timestamp=1335409515104
Vídeo: Por que o Novo Código Florestal é necessário
http://youtu.be/7si1rWVI2_I
A principal reclamação dos movimentos de trabalhadores ruais como a CONTAG é que o texto aprovado ainda é muito exigente com os pequenos agricultores, dificultando a sustentabilidade da produção nos minifúndios ou propriedades da agricultura familiar, que representa a maior parte da produção de alimentos do país.
A seguir, destacamos uma seleção de notícias
que mostram a importância da aprovação de um novo código para a
agricultura brasileira:
Entenda as mudanças no Código Florestal - 06 de Abril de 2012
Confederação
Nacional dos Trabalhadores na Agricultura considera que Novo Código
Florestal ainda é muito duro com os pequenos agricultores - 27 de abril de 2012
Novo Código Florestal continua penalizando a agricultura familiar - 26 de abril de 2012
Capixaba afirma que Código Florestal beneficia produtores de Rondônia - 29 de abril de 2012-
Capixaba comemora aprovação do Código Florestal e destaca pesquisa da Embrapa - 26 de abril de 2012
Jornal: por novo Código, Dilma anistia pequenos produtores - 14 de abril de 2012
Novo Código Florestal irá beneficiar carcinicultura no Ceará - 27 de abril de 2012
Para a Confederação dos Trabalhadores na Agricultura, o novo Código Florestal favorece a agricultura familiar
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sábado, 15 de outubro de 2011
Senado debate cobrança de tributo pela extração de minérios do subsolo brasileiro
Agência Senado
14/10/2011
Cobrança de tributo pela exploração mineral será debatida com ministro de Minas e Energia
Gorette Brandão
O
ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e o governador do Pará,
Simão Jatene, são os convidados de audiência pública que, na próxima
terça-feira (18), discutirá a eficácia do procedimento de cobrança da
Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM).
O
debate é uma iniciativa conjunta das comissões de Assuntos Econômicos
(CAE) e de Serviços de Infraestrutura (CI). Será realizado na sala da
CI, na Ala Alexandre Costa (Plenário 13), a partir das 14h. Foi sugerido
pelos senadores Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Waldemir Moka (PMDB-MS) e
Delcídio Amaral (PT-MS).
Questão na Justiça
A
cobrança da CFEM é motivo de divergências entre a União, estados e
municípios com atividades de extração e beneficiamento de minérios. A
questão chegou ao Supremo Tribunal Federal, onde a Advocacia Geral da
União entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI nº 4606) para
derrubar lei que regula a cobrança da compensação ambiental na Bahia.
Outros estados têm normas semelhantes, como o próprio Pará, Rio de
Janeiro, Espírito Santo e Sergipe. A decisão do STF vinculará todos os
casos.
A audiência servirá ainda para o debate
de dois projetos de lei do Senado que alteram as regras de cobrança da
CFEM. Flexa Ribeiro é o autor do PLS 1/11,
que pretende mudar a legislação para que a base de cálculo considere o
faturamento bruto resultante da venda do produto mineral. O segundo
projeto (PLS 283/11), do Senador Clésio Andrade (PR-MG), aumenta para 4% a alíquota da CFEM pela exploração de minério de ferro.
O
relator do projeto de Flexa Ribeiro é o senador Aécio Neves (PSDB-MG), e
Eduardo Braga (PMDB-AM) é o responsável pelo relatório da proposta de
Clésio Andrade. Aécio conseguiu aprovar na CI requerimento para que os
dois projetos passem a tramitar em conjunto e cabe agora a decisão final
da Mesa sobre o pedido.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Contra a "colombização" da América do Sul
Jornal do Brasil
06/05/2010
Não à colombização
José Sarney
06/05/2010
Não à colombização
José Sarney
RIO - Em 1985 estive com o presidente Reagan. Tratou-me muito bem, mas não cedeu nada. Nossa conversa versava sobre dívida externa, para nós impagável, e relações comerciais, em que nos impuseram várias sanções.
Terminada a agenda bilateral, fiz uma pergunta fora de qualquer formato diplomático: “Presidente, como o senhor entende a escolha da Bolívia por Che Guevara para fazer a revolução sul-americana?”. Ele não compreendeu a pergunta, e eu mesmo respondi: “Presidente, não foi por amor à Bolívia, mas por sua posição geopolítica. É um país pobre, sem condições de sustentabilidade. Na realidade, dois países. O do altiplano e o das zonas baixas. Qualquer instabilidade ali se espalhará como fogo a todos os países da região. Precisamos ajudar a Bolívia fortemente, e o Brasil não se negará a participar desse esforço”.
Não comovi o presidente dos Estados Unidos. Felizmente, depois de alguns tropeços sérios, a Bolívia está relativamente estável, embora as ameaças de divisão estejam latentes.
Terminada a agenda bilateral, fiz uma pergunta fora de qualquer formato diplomático: “Presidente, como o senhor entende a escolha da Bolívia por Che Guevara para fazer a revolução sul-americana?”. Ele não compreendeu a pergunta, e eu mesmo respondi: “Presidente, não foi por amor à Bolívia, mas por sua posição geopolítica. É um país pobre, sem condições de sustentabilidade. Na realidade, dois países. O do altiplano e o das zonas baixas. Qualquer instabilidade ali se espalhará como fogo a todos os países da região. Precisamos ajudar a Bolívia fortemente, e o Brasil não se negará a participar desse esforço”.
Não comovi o presidente dos Estados Unidos. Felizmente, depois de alguns tropeços sérios, a Bolívia está relativamente estável, embora as ameaças de divisão estejam latentes.
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