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quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Vídeo Debate: "Cooperação Técnica Internacional: Saúde e Educação"


Canal do NEEGI no Youtube

06/agosto/2020

"Cooperação Técnica Internacional: Saúde e Educação"📺






Debates Online do NEEGI


"Cooperação Técnica Internacional: Saúde e Educação" 
Neste programa ao vivo do NEEGI contamos com a presença do Prof. Dr. Bruno Sadeck. Mestre em Ciência Política pela Universidade de Brasília - UnB (2006) e Doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (2014) na linha de Política Internacional. Professor Adjunto da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no curso de Relações Internacionais. O professor Bruno atuou na Assessoria Internacional (coordenador do Setor Educacional do MERCOSUL) e na Secretaria de Regulação e na Supervisão da Educação Superior - SERES (colaborador técnico) do Ministério da Educação. Também trabalhou na Secretaria de Relações Institucionais (Subchefia de Assuntos Federativos) da Presidência da República e na Secretaria Nacional de Articulação Social. 
 Para verificar o currículo dos palestrantes e debatedores, basta acessar os links a seguir: 
Prof. Dr. Lucas Kerr Oliveira | http://lattes.cnpq.br/4584511557852332 
Prof. Dr. Bruno R. Viana Sadeck Santos | http://lattes.cnpq.br/4903586823158464

quarta-feira, 11 de março de 2020

Vídeo: Novo Coronavírus SARS-CoV-2 / COVID 19 com médico sanitarista Cláudio Maierovitch da Fiocruz


 Fiocruz, 11 de março de 2020

Palestra com médico sanitarista Cláudio Maierovitch, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz - Brasília)



Novo Coronavírus SARS-CoV-2 COVID 19







Fonte:
https://www.youtube.com/watch?time_continue=8769&v=Dq2G59Rka58&feature=emb_logo

https://portal.fiocruz.br/video/talk-show-novo-coronavirus-sars-cov-2-covid-19

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Mercosul prevê compartilhamento do atendimento em saúde


Agência Saúde
Ministério da Saúde
 05 de Dezembro de 2019

 Mercosul prevê compartilhamento do atendimento em saúde


Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai assinaram acordo para oferta de atendimento médico em condição de reciprocidade e complementaridade

Os moradores das cidades fronteiriças dos países do Mercosul, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, passarão a ter acesso aos serviços de saúde em ambos os lados da fronteira. É o que prevê um dos Acordos de Cooperação assinados nesta quinta-feira (5), pelo presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS), durante a 55ª Cúpula de Presidentes do Mercosul.

No acordo entre os países, o esforço será para que, de forma recíproca, sejam oferecidos atendimentos médicos às populações das cidades gêmeas. As ações podem ser combinadas entre dois ou até três países que compartilhem a mesma região de maior trânsito local de pessoas. O acordo foi finalizado pelos chanceleres dos países membros no âmbito do subgrupo de integração fronteiriça do Mercosul e tem como objetivo facilitar a vida da população dessas regiões.

O Brasil possui fronteira de cerca de 3.700 km com os países do Mercosul. Pelo texto aprovado, os estados partes (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) poderão conceder outros direitos que acordarem bilateralmente ou trilateralmente, inclusive atenção médica nos serviços públicos de saúde em condições de reciprocidade e complementaridade.

O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta integrou a comitiva do o presidente da República, Jair Bolsonaro que encerrou o período de presidência pró-tempore do Mercosul. Os presidentes da Argentina, Maurício Macri; do Paraguai, Mario Abdo Benítez e a vice-presidente do Uruguai, Lúcia Topolansky, representando o presidente Tabaré Vásquez, assinaram ainda, acordos diplomáticos de cooperação policial na fronteira, transporte de produtos perigosos, serviços financeiros, defesa do consumidor e reconhecimento recíproco de assinaturas digitais.

A saúde nas fronteiras, no âmbito do Mercosul, vem sendo tratada, ao longo deste ano, com a intensificação de ações de vacinação; a formalização da Rede de Bancos de Leite Humano; rodada de negociação conjunta de Medicamentos de Alto Custo; e a declaração sobre hepatites virais. Durante a reunião de Ministros da Saúde do Mercosul, ocorrida em São Paulo no dia 1º de novembro de 2019, o ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, defendeu o fortalecimento da cooperação técnica entre os quatro países membros do Mercosul para intercâmbio de experiências e ações conjuntas nas fronteiras.


Por Roberto Chamorro, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315-3580 / 2745





Publicado originalmente no Portal do Ministério da Saúde:

sexta-feira, 15 de julho de 2011

2 milhões de pessoas morrem por ano no mundo por causa de água contaminada

Agência Brasil

05/07/2011 

OMS: pelo menos 2 milhões de pessoas morrem por ano no mundo por causa de água contaminada

Renata Giraldi

Falta de água tratada na Amazônia é a principal causa de mortes de crianças


Brasília – Pelo menos 2 milhões de pessoas, principalmente crianças com menos de 5 anos de idade, morrem por ano no mundo devido a doenças causadas pela água contaminada. Porém, os problemas podem ser evitados por meio de políticas públicas eficientes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para os especialistas, o ideal é adotar um plano de gestão de água potável de qualidade.

O coordenador de Água, Saneamento, Higiene e Saúde da OMS, Robert Bos, destaca que os males causados pela água contaminada atingem países desenvolvidos e em desenvolvimento. “Isso deixa claro que a maioria desses [problemas] poderia ter sido evitada por meio da implementação dos planos de segurança em água.”

A OMS dispõe de um plano denominado Planejamento de Água Saudável, que define uma mudanças na gestão da água potável em vários países. A ideia é incluir procedimentos de segurança para assegurar a qualidade da água usada na alimentação e orientações à população. Também há recomendações sobre os riscos envolvidos.

De acordo com o estudo, é necessário que as autoridades estejam atentas às mudanças climáticas, que provocam alterações de temperatura da água, e às ameaças de escassez do produto. Há, ainda, a preocupação com o controle no uso de substâncias químicas para o armazenamento de água potável.

"Os países têm a oportunidade de fazer progressos substanciais para a saúde pública por meio da definição e aplicação de normas eficazes e adequadas para assegurar água potável", disse a diretora da OMS para Saúde Pública e Meio Ambiente, Maria Neira.

Para o diretor executivo da Agência Nacional de Águas de Cingapura, Khoo Teng Chye, o fornecimento de água potável é um dos principais pilares da saúde pública. Segundo ele, as novas orientações devem seguir os princípios da prevenção e qualidade da água potável.

Edição: Juliana Andrade

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-07-05/oms-pelo-menos-2-milhoes-de-pessoas-morrem-por-ano-no-mundo-por-causa-de-agua-contaminada

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Atual "política" indigenista resulta em 513% de aumento da mortalidade infantil de indígenas e maior índice de suicídios do mundo

A "política indigenista" da FUNAI, que prega o isolamento dos indígenas a qualquer custo, está resultando em um custo bastante elevado em vidas humanas: a mortalidade infantil aumentou 513% entre os indígenas  (ver postagem da notícia abaixo). A taxa de mortalidade infantil e a mortalidade geral entre os os indígenas no Brasil sempre foi muito elevada, porque a FUNAI defende a política de evitar o contato com essas comunidades, para supostamente "protegê-las" da influência da cultura "branca".

O resultado é muitos grupos de indígenas não têm direito de escolher o que querem, especialmente quando querem se integrar e ter acesso à tecnologias modernas. O acesso às tecnologias poderia muito bem ser decidido por eles mesmo, que tenham acesso às tecnologias que quiserem, que possam integrar tais tecnologias como quiserem à sua própria cultura, mas não, nem mesmo na área de saúde e medicina o acesso às tecnologias modernas tem sido liberado. Tudo para evitar um suposto "etnocídio" ou o risco do que os antropólogos da Funai e muitas ONGS "indigenistas" chamam de "contaminação cultural". Na prática é uma verdadeira política de "isolamento a qualquer custo". O resultado é o aumento da mortalidade entre os indígenas a um custo insustentável de vidas humanas. Ou seja, em nome do conservacionismo cultural, aceitamos um verdadeiro genocídio lento e gradual. Em algumas comunidades indígenas a mortalidade infantil atingiu 60% no último ano, o que equivaleria a 600 por mil, o que seria o pior índice do mundo, caso fosse um país. Apenas a título de comparação, os dois piores índices de mortalidade infantil do mundo são os de Serra Leoa e do Afeganistão, países historicamente pobres e em guerra civil ou guerras de ocupação que já duram algumas décadas, estão situados na faixa de 150 mortes por mil, no 1o ano de vida.