Mostrando postagens com marcador Demografia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Demografia. Mostrar todas as postagens

domingo, 19 de junho de 2011

Estado de S.Paulo


Sábado, 18 de Junho 2011, 20h40

Mapa da miséria e da desigualdade econômica no Brasil

Dados do Censo 2010, que balizaram ações do Brasil sem Miséria, principal programa social da gestão de Dilma Rousseff, detalham onde vivem 8,5% dos brasileiros com renda familiar de até R$ 70

Carlos Lemos, Daniel Lima, Renata Aguiar, Luciana Nunes Leal e José Roberto de Toledo






http://www.estadao.com.br/especiais/mapa-da-miseria-e-da-desigualdade-economica-no-brasil,141007.htm

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Urbanização atinge mais de 80% da população total, mas ainda com grandes desigualdades regionais

Agência Brasil

14/12/2010

Urbanização atinge mais de 80% da população, mas ocorre de forma desigual

Thais Leitão

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O processo de urbanização no Brasil alcança mais de 80% da população, mas seu crescimento se dá de forma desigual, abrangendo poucas cidades que concentram grande contingente de brasileiros e de riqueza. Por outro lado, multiplicam-se os pequenos centros urbanos que abrigam uma força de trabalho pouco qualificada e fortemente vinculada às atividades primárias.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Crise demográfica e xenofobia ampliam incertezas sobre o futuro de Europa e EUA

12/11/2010

Potências à deriva

Roberto Savio, da Agência IPS | Tradução Caue Seigne Ameni


Com a recente declaração da chanceler alemã Angela Merkel, sobre o fracasso do modelo multicultural na Alemanha, completam-se os sinais de uma onda xenofóbica na Europa. Segundo as pesquisas, se um partido xenofóbico disputasse hoje as eleições alemãs, obteria cerca de 15% dos votos. Mesmo países mais tolerantes, como Holanda ou Suécia, vêm demostrando nos últimos casos, um governo condicionado por partidos que pedem a expulsão dos estrangeiros e o retorno a uma nação pura e homogênea.

Segundo o Fundo de Populações da ONU (2009), a Europa deveria acolher até 2015 pelo menos 20 milhões de imigrantes para seguir sendo competitiva em plano mundial. O envelhecimento da população europeia vem crescendo rapidamente e pela primeira vez os maiores de 50 anos superam os menores de 18. Por este motivo, o sistema de Previdência Social está fadado a sofrer uma forte crise estrutural, se não houver trabalhadores suficientes para pagar as contribuições correspondentes.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

IBGE constata permanência das diferenças entre despesas de famílias de brancos e de negros

Agência Brasil

23/06/2010

IBGE constata que permanece diferença entre despesas de famílias de brancos e de negros

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil


Rio de Janeiro - A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgada hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que se acentuou a diferença de valor das despesas mensais entre as famílias chefiadas por pessoas brancas e por pessoas negras.

Enquanto a despesa média do brasileiro é de R$ 2.626, a de famílias cuja pessoa de referência (quem respondeu a pesquisa) era branca, o gasto era 28% maior, de R$ 3.371. Também era 89% superior às despesas de famílias de pretos (R$ 1.783) e 79% maior que a de pardos (R$1.885).

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Divergências marcam audiência no TSE sobre proposta que altera representação por estado na Câmara dos Deputados

Agência Brasil

24/02/2010

Divergências marcam audiência no TSE sobre proposta que altera representação por estado na Câmara

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil


Brasília - A audiência pública do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a proposta de mudanças no número de deputados federais por estado nas eleições de 2010 foi marcada por opiniões divergentes entre os parlamentares.

De acordo com a minuta, a distribuição das 513 vagas da Câmara dos Deputados seria alterada com base em estimativa da população feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em julho de 2009. A Constituição Federal e a Lei Complementar 78 de 1993 estabelecem que o quantitativo de deputados federais é estabelecido conforme o tamanho da população dos estados e do Distrito Federal.

Na proposta elaborada pelo ministro do Tribunal, Arnaldo Versiani, oito estados perderiam uma ou duas cadeiras, sete ganhariam de uma a três vagas e em 11 estados e no Distrito Federal a quantidade permaneceria a mesma.

Para os deputados do Amazonas, favoráveis à mudança, a legislação prevê que a distribuição das vagas deve ser feita de quatro em quatro anos, o que não estaria ocorrendo desde o último censo populacional, de 2000. Com isso, os estados onde a população cresceu no decorrer dos anos teriam direito a mais deputados na Câmara Federal.

“O TSE tem uma dívida com a população que está sendo menos representada”, disse a deputada federal Rebeca Garcia (PP-AM), uma das participantes da audiência. Conforme a proposta, o número de deputados amazonenses passaria de oito para nove.

O deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS), contrário à proposta, argumenta que a própria legislação determina que uma alteração desse tipo só pode ocorrer um ano antes da eleição, além de frisar que os partidos estão prestes a definir seus candidatos nas convenções nacionais. “Essa resolução pode causar instabilidade política e eleitoral”, afirmou, acrescentando que seria razoável fazer a mudança depois do censo populacional deste ano, do IBGE.

A vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, também compartilha do argumento de que a mudança provoca questionamentos jurídicos. O ministro Versiani, relator da minuta, afirmou que levará a proposta para aprovação ou rejeição do plenário do TSE na próxima terça-feira (2). Ele não antecipou seu voto. “Não formei meu ponto de vista”, disse. A Corte tem até o dia 5 de março para aprovar todas as regras para o pleito de outubro.

De acordo com a proposta, o Pará teria o maior número vagas, passaria de 17 para 20. Minas Gerais ganharia duas vagas e o Amazonas, a Bahia, o Ceará, Rio Grande do Norte e Santa Catarina, uma vaga. Paraíba e o Rio de Janeiro teriam menos dois deputados. Goiás, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Paraná e o Rio Grande do Sul teriam menos um parlamentar.
 
Agência Brasil