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quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

O BRICS e a Geopolítica ascensão dos países emergentes do Sul Global


 

A agitação da ordem global

Com base em pesquisas originais realizadas com Global South Insights, o dossiê n. 72 analisa as mudanças tectônicas que estão ocorrendo no mundo e o novo clima no Sul Global.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Governo discute entrada da África do Sul no grupo do BRIC

Agência Brasil
22/02/2011

Entrada da África do Sul no Bric é um dos temas da reunião de coordenação política

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A oficialização da África do Sul como integrante do Bric (sigla para o grupo de países formado pelo Brasil, pela Rússia, Índia e China) está cada vez mais próxima, segundo relato do ministro da Fazenda, Guido Mantega, feito hoje (22) durante a reunião de coordenação política do governo.

De acordo com o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, o assunto foi bastante abordado por Mantega, que se mostrou empolgado com as recentes conversas envolvendo autoridades dos países durante a reunião preparatória para o G20.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Lula deve defender no G20 reforma do Conselho de Segurança da ONU

Agência Brasil

25/06/2010

Lula deve defender no G20 reforma do Conselho de Segurança da ONU

Renata Giraldi

Repórter da Agência Brasil


Brasília – Em defesa da justiça e da representatividade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aproveitar as reuniões do G20 (grupo das maiores economias do mundo), no Canadá, para retomar a discussão sobre a reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

O formato do órgão é o mesmo do período pós-2ª Guerra Mundial. Recentemente, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que essa estrutura indicava uma  “situação escandalosa”. Com 65 anos, o Conselho de Segurança da ONU não sofreu alterações nesse período. 

Para o Brasil, a estrutura que define cinco países como membros permanentes e dez como rotativos não representa o século 21. Uma das propostas de mudança é que entre os integrantes permanentes fiquem dois países da Ásia, um da América Latina, outro do Leste Europeu e um da África.