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domingo, 2 de janeiro de 2011

Primeira visita de Dilma Rousseff ao exterior será à Argentina

Agência Brasil

02/01/2011

Argentina será primeiro país visitado por Dilma Rousseff

Débora Zampier

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Argentina será o primeiro país visitado pela presidenta Dilma Rousseff, confirmou hoje (2) o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota. Ainda em janeiro, o país será representado pelo próprio Patriota, em visita agendada para o próximo dia 10 e, na sequência, no dia 16, pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim.

“Conversei com a presidente Dilma Rousseff e ela tem intenção de ir a Buenos Aires logo no início do ano, antes da Cúpula América do Sul Países Árabes”, afirmou Patriota. A cúpula ocorrerá em Lima, no Peru, em meados de fevereiro. Segundo o chanceler argentino, Héctor Timerman, a data da visita de Dilma ainda está em negociação porque a presidenta argentina, Cristina Kirschner, tem uma viagem programada para o Oriente Médio.

Mais cedo, o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia havia dito que, além da Argentina, outros países que deverão ser visitados em breve por Dilma Rousseff são o Uruguai, os Estados Unidos e a China.

Após encontro no fim da tarde de hoje (2), Patriota e Timerman lembraram que a boa relação de ambos vem desde os tempos em que foram embaixadores nos Estados Unidos. “Vou com a satisfação de saber que a amizade entre mim e Antonio é a mesma amizade entre o Brasil e a Argentina, países que caminham juntos e integrados”, destacou Timerman.

Edição: Lana Cristina

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O chanceler brasileiro Celso Amorim fala sobre o sucesso da Política Externa do governo Lula

Folha de S. Paulo


15/11/2010 - 07h00

Celso Amorim: 'Sempre digo que Pelé só teve um; igual a Lula não vai ter'

Eliane Castanhêde

COLUNISTA DA FOLHA

"Não lamento nada." Com essa frase, dita em francês e emprestada de Edith Piaf, o ministro Celso Amorim, 68, termina oito anos à frente do Itamaraty defendendo de forma enfática sua política, que batizou de "altiva e ativa".









Mantém as críticas aos EUA, carrega nas tintas ao pintar o protagonismo do Brasil no comércio e na política externos e defende a posição que o país teve em casos polêmicos, como mediar o acordo nuclear do Irã.

Sérgio Lima - Folhapress   
Ele diz que cumpriu sua missão e que seria "incapaz" de se candidatar a permanecer no governo Dilma Rousseff. Compara o presidente a Pelé e vaticina: "Igual a Lula não vai ter, mas não quer dizer que Dilma não vá fazer um governo extraordinário". 

Segue a íntegra a entrevista, cujos principais trechos são publicados na Folha de hoje.


FOLHA - O sr. é candidato a continuar no cargo?
 
CELSO AMORIM - Fiquei muito contente com a vitória da ministra Dilma, com quem sempre tive relações da melhor qualidade. Isso não significa que eu vá, ou possa, criar algum tipo de constrangimento. Eu seria incapaz de me colocar como candidato a alguma coisa, ou cobrando alguma coisa. Isso não existe.
E, se você olhar sob o ponto de vista da vaidade pessoal, eu passei o Barão do Rio Branco em número de dias no ministério. Sou o ministro mais longo da história do Itamaraty e o segundo mais longevo de todos. Só o Gustavo Capanema ficou mais tempo do que eu.
O "Foreign Affairs" me colocou como o melhor chanceler do mundo. Honestamente, o que mais eu posso querer? É melhor sair no ápice do que esperar acontecer alguma coisa.
 

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Celso Amorim: Brasil ajuda a desenhar nova realidade internacional

Carta Capital


14/09/2010
Um novo mapa do mundo

Celso Amorim  (*)

Há sete anos, quando se falava da necessidade de mudanças na geografia econômica mundial ou se dizia que o Brasil e outros países deveriam desempenhar um papel mais relevante na Organização Mundial do Comércio (OMC) ou integrar-se de modo permanente ao Conselho de Segurança na ONU, muitos reagiam com ceticismo. Desde então, o mundo e o Brasil mudaram numa velocidade acelerada e algumas supostas “verdades” do passado vão se rendendo ante a evidência dos fatos. As diferenças no ritmo de seu crescimento econômico em relação aos países desenvolvidos converteram os países em desenvolvimento em atores centrais da economia mundial.

sábado, 20 de março de 2010

Política Externa: Ministro de Relações Exteriores Celso Amorim fala sobre a Política Externa do Brasil nos últimos 7 anos

O Ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, explica o sucesso da Política Externa brasileira na primeira década dos anos 2000:




Programa "7 anos em 7 minutos" da TVNBR.

Destaque para a Estratégia brasileira de intensificar os laços de cooperação Sul-Sul, principalmente voltado para a integração regional sul-americana. Destaque também dado à relação com o continente africano, países árabes, o IBAS e os países do BRIC.