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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Asia’s Nuclear Rivalry

ISN

16 Jun 2010

Managing Asia’s Nuclear Rivalry

As China and India enter new stages in nuclear arsenal development, including ICBM capabilities and plans for a nuclear-armed submarine fleet, strategic dialogue is needed to reduce the risk of political tension caused by mutual uncertainty, Frank O’Donnell comments for ISN Security Watch.

Frank O'Donnell 

ISN Security Watch


The US stands at the center of China’s nuclear threat perception. China feels threatened by American ballistic missile defense plans. Its recent anti-satellite tests were partly an effort to signal resolve against this perceived challenge. Recently deployed DF-31A ICBMs, with a range of over 11,000 kilometers, intend to restore mutual deterrence to the Sino-American strategic relationship. 

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Tensão na Península Coreana: Coréia do Norte corta todas as relações com a Coréia do Sul em meio à troca de acusações

Tudo indica que a promessa feita pelo primeiro-ministro japonês, Yukio Hatoyama, eleito ano passado - de retirar algumas das mais importantes bases militares americanas instaladas no Japão -, será adiado por tempo indeterminado.
O crescimento da tensão entre as Coréias do Norte e do Sul, enfraquece sensivelmente a posição dos japoneses e sul-coreanos que defendem a retirada das bases dos EUA na região.  Esta crise pode ampliar velhas tensões entre China e EUA, inclusive em torno da questão do apoio dos Estados Unidos à independência da província chinesa de Taiwan. Taiwan, parte histórica da China, foi invadida e ocupada pelos Japoneses na Guerra Sino Japonesa de 1894-1895, no mesmo conflito em que os japoneses ocuparam a Coréia.

Os dois territórios ocupados pelos japoneses foram alvo de lutas durante a II Guerra Mundial, quando o Japão invadiu a China e travou seguidas batalhas contra os chineses por quase 15 anos (1931-1945), onde morreram cerca de 20 a 25 milhões de chineses. Antes mesmo de ser anunciada a derrota do Japão na II Guerra Mundial, a Coréia já estava dividida entre as áreas de ocupação dos EUA e da URSS.  Com a vitória da Revolução Comunista na China, em 1949, outro território que fora ocupado pelo Japão, Taiwan, passou a ser governada pelo grupo dos "nacionalistas", apoiados pelos EUA. A Guerra da Coréia (1950-1953) dividiu definitivamente o povo coreano, separado em dois Estados distintos até os dias atuais. Infelzimente, ainda hoje a Guerra da Coréia não acabou formalmente, tendo sido estabelecido apenas um cessar-fogo, mas nunca celbrado um acordo de paz. Ou seja, a Coréia do Norte ainda está "formalmente em guerra" com os EUA, na interpretação dos americanos.

domingo, 4 de abril de 2010

A "Nova" Corrida pela Militarização do Espaço: Estados Unidos testam espaçonave militar

BBC Brasil

03 de abril, 2010

EUA fazem voo teste de espaçonave para uso militar

Paul Rincon

Repórter de Ciências da BBC News





O protótipo de uma espaçonave desenvolvida para a Força Aérea americana foi colocado em órbita nesta quinta-feira, em meio a especulações sobre seu possível uso militar.

O protótipo X-37B, que parece um ônibus espacial em tamanho menor e foi lançado do Cabo Canaveral, no Estado americano da Flórida.

O veículo militar não tem piloto, e realizará a primeira volta à Terra e aterrissagem autônomas da história do programa espacial americano.

Com 9 metros de comprimento, 4,5 metros de asa a asa e pesando cinco toneladas, o protótipo, que é reutilizável, é cerca de um quarto do tamanho de uma espaçonave normal, com um motor colocado na traseira para mudanças de órbita.

E enquanto a energia elétrica dos ônibus espaciais normais vem de células de combustíveis (células eletroquímicas em que a energia é liberada após o consumo de um combustível), a do protótipo é fornecida por energia solar e baterias de íon-lítio.

O custo exato do projeto e seu objetivo não foram revelados, mas os primeiros voos permitirão que autoridades avaliem o desempenho do veículo e garantam que os componentes e sistemas funcionam como devem.

“A prioridade é demonstrar a tecnologia do próprio foguete neste primeiro voo”, disse Gary Payton, vice-secretário da Força Aérea americana para programas espaciais.

Sigilo

O X-37B começou a ser projetado em 1999 como um programa da agência espacial americana, mas a Nasa passou o projeto ao Pentágono em setembro de 2004.

Por isso, apesar de divulgar detalhes sobre o funcionamento da espaçonave, a Força Aérea vem mantendo sigilo sobre seu objetivo, gerando especulações de que o projeto poderá estar contribuindo para uma militarização do espaço.

“Não sei como isso poderia ser chamado de militarização do espaço. É apenas uma versão atualizada do tipo de atividades dos ônibus espaciais no espaço. Nós, a Força Aérea, temos uma gama de missões militares no espaço e esse novo veículo poderia potencialmente nos ajudar a realizar melhor essas missões”, disse Payton.

Segundo Joan Johnson-Freese, do US Naval War College, a Força Aérea já queria há algum tempo uma nave com agilidade de manobra no espaço, para monitorar, por exemplo, "as águas de Taiwan (que os Estados Unidos prometeram proteger contra possíveis ataques da China) e escapar tentativas de derrubá-lo". "Poderia fazer várias coisas que até agora vêm sendo ficção", disse ele.

Autonomia

O X-37b foi lançado verticalmente a partir de um foguete Atlas V. A Força Aérea disse que o voo teste verificará os sistemas de orientação avançada, navegação e controle da nave, entre outras coisas.

O ministério da Defesa americano não especificou qual será a duração da missão, mas o X-37B é designado para operar em órbita por até 270 dias.

“Honestamente, nós não sabemos quando ele voltará. Dependerá do progresso que fizermos com os experimentos e demonstrações em órbita”, disse Payton.

Quando a missão for completada, um comando será enviado da Terra para que o protótipo acione seu motor e entre novamente na atmosfera.

O veículo navegará então autonomamente até a pista de pouso na Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/04/100423_espaconave_forcaaerea_ir.shtml