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sábado, 7 de dezembro de 2019
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Censo do IBGE comprova que Brasil reduz desigualdade
Agrosoft
03/05/2012
Censo do IBGE comprova que Brasil reduz desigualdades regionais e sociais
Os avanços nos indicadores sociais do Brasil na última década,
apontados pelos resultados gerais da amostra do Censo 2010, mostram que o
País está no caminho certo para erradicar a miséria, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Além do aumento de renda, os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) demonstram queda da mortalidade infantil e aumento da frequência
escolar, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, as mais pobres do
País.
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| Fonte: Censo IBGE 2010 |
A taxa de mortalidade infantil teve redução recorde: o índice de 2010 (veja tabela acima)
é 47,5% menor do que o registrado em 2000. "Em uma década, a
mortalidade infantil caiu praticamente pela metade", afirma a ministra
do MDS, Tereza Campello. O Nordeste teve a maior redução, de 58,6%. O IBGE
reconhece a ampliação de políticas de acompanhamento da saúde e a
melhor distribuição de renda como fatores preponderantes para a queda da
mortalidade infantil.
As mulheres grávidas beneficiárias do Bolsa Família
têm 1,5 de consultas pré-natal a mais do que as grávidas não
beneficiárias com igual perfil socioeconômico. A quantidade de crianças
nascidas entre 37 e 41 semanas é 14,1% maior nas famílias beneficiárias,
em comparação com as famílias não beneficiárias, apontam estudos do
MDS.
A frequência escolar aumentou na população de 7 a 14 anos. No Nordeste,
o percentual de crianças fora da escola caiu para 45,1%. No Norte, a
queda foi de 50% em relação a 2000. Hoje, o Bolsa Família acompanha a frequência escolar de 13,3 milhões de alunos entre seis e 15 anos.
Natalidade
A ministra considera ainda que os dados do Censo contribuem para rebater "mitos" em torno do Bolsa Família. A taxa de fecundidade caiu especialmente nas regiões Nordeste (23,4%) e Norte (queda de 21,8%). "Os dados mostram que o Bolsa Família
não incentiva a natalidade. Ao contrário. A queda é maior nas regiões
que mais recebem os benefícios do programa", assinala Tereza Campello.
De acordo com a ministra, os resultados do Censo reforçam a opção do
governo brasileiro por um modelo de desenvolvimento que prioriza a
inclusão dos mais pobres, que fez do Brasil uma referência para o mundo
em crescimento com inserção social.
Mínimo e programas sociais melhoram padrão de vida
Na avaliação do MDS, o aumento do salário mínimo, os programas de transferência de renda, como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada
(BPC), e os incentivos fiscais para equipamentos da linha branca
beneficiaram o consumo de bens duráveis das famílias mais pobres.
No Nordeste, por exemplo, 86,5% dos domicílios têm geladeira e no
Norte, 83,8%. A renda domiciliar melhorou especialmente no Nordeste, com
crescimento de 25,5% entre 2000 e 2010. A região Norte ficou em
terceiro lugar, com aumento de 21,6% - atrás somente do Centro-Oeste,
com aumento de 23,4%.
FONTE: SECOM - Secretaria de Comunicação Social do Governo Federal -
"Em Questão"
Links referenciados
www.mds.gov.br
www.ibge.gov.br
www.mds.gov.br/assistenciasocial/benefic
iosassistenciais/bpc
www.mds.gov.br/bolsafamilia
www.secom.gov.br/sobre-a-secom/nucleo-de
-comunicacao-publica/copy_of_em-questao-
1
www.ibge.gov.br
acesso em: http://www.agrosoft.org.br/agropag/221535.htm
domingo, 19 de junho de 2011
Estado de S.Paulo
Sábado, 18 de Junho 2011, 20h40
Mapa da miséria e da desigualdade econômica no Brasil
Dados do Censo 2010, que balizaram ações do Brasil sem Miséria, principal programa social da gestão de Dilma Rousseff, detalham onde vivem 8,5% dos brasileiros com renda familiar de até R$ 70
Carlos Lemos, Daniel Lima, Renata Aguiar, Luciana Nunes Leal e José Roberto de Toledo
http://www.estadao.com.br/especiais/mapa-da-miseria-e-da-desigualdade-economica-no-brasil,141007.htm
Sábado, 18 de Junho 2011, 20h40
Mapa da miséria e da desigualdade econômica no Brasil
Dados do Censo 2010, que balizaram ações do Brasil sem Miséria, principal programa social da gestão de Dilma Rousseff, detalham onde vivem 8,5% dos brasileiros com renda familiar de até R$ 70
Carlos Lemos, Daniel Lima, Renata Aguiar, Luciana Nunes Leal e José Roberto de Toledo
http://www.estadao.com.br/especiais/mapa-da-miseria-e-da-desigualdade-economica-no-brasil,141007.htm
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Presidente Dilma Rousseff
quarta-feira, 1 de junho de 2011
José Graziano fala do combate à fome e à exclusão social no Brasil
30/05/2011
A bastilha da exclusão
A bastilha da exclusão
Nos anos 90, a cada dez brasileiros, quatro eram miseráveis. Hoje a proporção é de um para dez. O ganho é indiscutível. Mas o desafio ficou maior: erradicar a miséria pressupõe atingir a bastilha da exclusão que no caso do Brasil tem uma intensidade rural (25,5%) cinco vezes superior à urbana (5,4%).
José Graziano da Silva
(*) Artigo publicado originalmente no Jornal Valor
Crises funcionam como uma espécie de tomografia na vida dos povos e das nações. Nos anos 80, por exemplo, o fim do ciclo de alta liquidez escancarou a fragilidade de um modelo de crescimento adotado por inúmeros países da América Latina e Caribe ancorado em endividamento externo. Nos anos 90, a adesão ao cânone dos mercados auto-reguláveis expôs a economia a sucessivos episódios de volatilidade financeira que desmentiram a existência de contrapesos intrínsecos ao vale tudo do laissez-faire. O custo social foi avassalador.
A crise mundial de 2007-2008, por sua vez, evidenciou a eficácia de uma ferramenta rebaixada nos anos 90: as políticas de combate à fome e à pobreza, que se revelaram um importante amortecedor regional para os solavancos dos mercados globalizados.
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
Índice de pobreza no Brasil cai 50% entre 2002 e 2010
O Estado de S. Paulo
03 de maio de 2011
Índice de pobreza no Brasil cai 50% em oito anos
Estudo da Fundação Getúlio Vargas indica ainda que em 2010 o País atingiu menor nível de desigualdade de renda desde 1960
Mônica Ciarelli
RIO - A pobreza no Brasil caiu 50,64% entre dezembro de 2002 e dezembro de 2010, período em que Luiz Inácio Lula da Silva esteve à frente da presidência da República. O dado consta da pesquisa divulgada nesta terça-feira, 3, pelo professor do Centro de Politica Social da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Marcelo Neri. O critério da FGV para definir pobreza é uma renda per capita abaixo de R$ 151. A desigualdade dos brasileiros, segundo ele, atingiu o "piso histórico" desde que começou a ser calculada na década de 60.
Segundo o estudo, a queda da pobreza nos mandatos de Lula superou a registrada durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, incluindo o período de implementação do Plano Real. Nesse período, a pobreza caiu 31,9%. "Acho que essa década (anos 2000) pode ser chamada de década da redução da desigualdade; assim como os anos 90 foram chamados de década da estabilização", afirmou Neri.
O estudo toma como base dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio (Pnad) e Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Pela pesquisa, a renda dos 50% mais pobres cresceu 67,93% entre dezembro de 2000 e dezembro de 2010. No mesmo período, a renda dos 10% mais ricos cresceu 10%.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Urbanização atinge mais de 80% da população total, mas ainda com grandes desigualdades regionais
Agência Brasil
14/12/2010
Urbanização atinge mais de 80% da população, mas ocorre de forma desigual
Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil
14/12/2010
Urbanização atinge mais de 80% da população, mas ocorre de forma desigual
Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O processo de urbanização no Brasil alcança mais de 80% da população, mas seu crescimento se dá de forma desigual, abrangendo poucas cidades que concentram grande contingente de brasileiros e de riqueza. Por outro lado, multiplicam-se os pequenos centros urbanos que abrigam uma força de trabalho pouco qualificada e fortemente vinculada às atividades primárias.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
IBGE constata permanência das diferenças entre despesas de famílias de brancos e de negros
Agência Brasil
23/06/2010
IBGE constata que permanece diferença entre despesas de famílias de brancos e de negros
Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgada hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que se acentuou a diferença de valor das despesas mensais entre as famílias chefiadas por pessoas brancas e por pessoas negras.
Enquanto a despesa média do brasileiro é de R$ 2.626, a de famílias cuja pessoa de referência (quem respondeu a pesquisa) era branca, o gasto era 28% maior, de R$ 3.371. Também era 89% superior às despesas de famílias de pretos (R$ 1.783) e 79% maior que a de pardos (R$1.885).
23/06/2010
IBGE constata que permanece diferença entre despesas de famílias de brancos e de negros
Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgada hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que se acentuou a diferença de valor das despesas mensais entre as famílias chefiadas por pessoas brancas e por pessoas negras.
Enquanto a despesa média do brasileiro é de R$ 2.626, a de famílias cuja pessoa de referência (quem respondeu a pesquisa) era branca, o gasto era 28% maior, de R$ 3.371. Também era 89% superior às despesas de famílias de pretos (R$ 1.783) e 79% maior que a de pardos (R$1.885).
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