Análise Geopolítica e Análise de Conjuntura; espaço para debate e discussão de temas relacionados a Geografia, Política e Geopolítica. Geopolítica do Brasil e da América do Sul, Geopolítica Mundial, Geografia Política, Geografia Econômica e Política Internacional
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
OEA solicita suspensão de Belo Monte, alegando a defesa dos interesses dos índios
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Em defesa de Belo Monte
"Eu assino sim, Belo Monte"
Indígenas do Pará defendem Belo Monte
http://youtu.be/g4TYLOxAC-c
Indígenas do Pará defendem Belo Monte
Entrevista com a presidente da associação Indígena Kiripanãn, Maria Augusta Xipaia, que defende a construção de Belo Monte.
http://youtu.be/g4TYLOxAC-c
Lideranças indígenas que defendem Belo Monte participam de ato público em Altamira (PA)
Ato por Belo Monte e pelo Desenvolvimento na região do Xingu
Vídeo mostra as lideranças indígenas favoráveis à construção de Belo Monte, participando de um ato público em Altamira (PA) que contou com a participação do Presidente Lula, em 2010.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Usina de Belo Monte não compromete as riquezas naturais do país
Agência Senado
16/06/2010
Usina de Belo Monte não compromete as riquezas naturais do país, diz especialista
Paulo Sérgio Vasco
A exploração do potencial energético da Amazônia não colocará em risco as riquezas naturais do Brasil, que precisa acrescentar 3.300 megawatts médios de energia a cada ano, caso queira viabilizar um crescimento econômico futuro em torno de 5%.
A afirmação foi feita nesta quarta-feira (16) pelo presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, que participou de audiência pública sobre os impactos da construção da hidroelétrica de Belo Monte, na região do Rio Xingu, no Pará. Orçada em R$ 19 bilhões e prevista desde 1975, o obra é motivo de polêmica entre autoridades do governo e ambientalistas contrários ao empreendimento.
A audiência pública, que também contou com a participação do diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, foi promovida pela subcomissão temporária criada no âmbito da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) para acompanhar a execução da obra.
Tolmasquim explicou que o Brasil tem o terceiro maior potencial hidroelétrico do mundo, apenas menor que o da China e o da Rússia. O país só utilizou um terço desse potencial até hoje, enquanto muitas nações desenvolvidas já utilizaram 100%, como a França, e 80%, como a Alemanha. Ele destacou que 60% do potencial energético a ser explorado pelo Brasil está situado justamente na bacia amazônica.
16/06/2010
Usina de Belo Monte não compromete as riquezas naturais do país, diz especialista
Paulo Sérgio Vasco
A exploração do potencial energético da Amazônia não colocará em risco as riquezas naturais do Brasil, que precisa acrescentar 3.300 megawatts médios de energia a cada ano, caso queira viabilizar um crescimento econômico futuro em torno de 5%.
A afirmação foi feita nesta quarta-feira (16) pelo presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, que participou de audiência pública sobre os impactos da construção da hidroelétrica de Belo Monte, na região do Rio Xingu, no Pará. Orçada em R$ 19 bilhões e prevista desde 1975, o obra é motivo de polêmica entre autoridades do governo e ambientalistas contrários ao empreendimento.
A audiência pública, que também contou com a participação do diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, foi promovida pela subcomissão temporária criada no âmbito da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) para acompanhar a execução da obra.
Tolmasquim explicou que o Brasil tem o terceiro maior potencial hidroelétrico do mundo, apenas menor que o da China e o da Rússia. O país só utilizou um terço desse potencial até hoje, enquanto muitas nações desenvolvidas já utilizaram 100%, como a França, e 80%, como a Alemanha. Ele destacou que 60% do potencial energético a ser explorado pelo Brasil está situado justamente na bacia amazônica.
terça-feira, 1 de junho de 2010
"Belo Monte e o diabo", por Carlos Lessa
Valor Econômico
31/05/2010
Belo Monte e o diabo
Sistema brasileiro combina energia elétrica barata para as atividades eletrointensivas com energia extremamente cara para uso residencial e iluminação pública
Carlos Lessa
O Brasil dispõe de três grandes bacias hidrográficas, cada uma regida por um calendário pluviométrico e regime climático próprio e diferenciado. Isto permitiu ao Brasil instalar a geração hidráulica como fonte prioritária de eletricidade e desenvolver um sistema integrado de usinas de geração e linhas de transmissão que possibilitou ao Brasil uma energia limpa, renovável e barata. O esquartejamento da privatização levou o país a uma situação que combina energia elétrica barata para as atividades eletrointensivas (como a produção de alumínio, cimento, papel e celulose) com energia extremamente cara para uso residencial, iluminação pública e empresas não eletrointensivas.
O Brasil dispõe de três grandes bacias hidrográficas, cada uma regida por um calendário pluviométrico e regime climático próprio e diferenciado. Isto permitiu ao Brasil instalar a geração hidráulica como fonte prioritária de eletricidade e desenvolver um sistema integrado de usinas de geração e linhas de transmissão que possibilitou ao Brasil uma energia limpa, renovável e barata. O esquartejamento da privatização levou o país a uma situação que combina energia elétrica barata para as atividades eletrointensivas (como a produção de alumínio, cimento, papel e celulose) com energia extremamente cara para uso residencial, iluminação pública e empresas não eletrointensivas.
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domingo, 23 de maio de 2010
Belo Monte e o desenvolvimento do Brasil
RIO - Antes que algum curioso (normalmente mal-informado) saia por aí dando opiniões sobre a conveniência e viabilidade da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e outras hidrelétricas previstas para região amazônica, seria de bom tom que essas pessoas estudassem mais e se inteirassem melhor dos fatos. Assim procedendo, dar-se-iam conta do ponto mais importante e que é mandatório para o crescimento de qualquer país: disponibilidade de energia farta.
Para que o Brasil tenha um crescimento anual e contínuo de 5% do PIB nos próximos anos, é imperativo que sejam disponibilizados 4 mil MegaWatts (MW) a cada ano. Isso representa a entrada no parque gerador de uma usina do porte de Belo Monte a cada ano (essa hidrelétrica terá garantia física de 4.571 MW médios (MWmed).
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domingo, 25 de abril de 2010
Para especialista, Brasil precisa de uma Belo Monte por ano de energia
Agência Brasil
24/04/2010
Para especialista, Brasil precisa de uma Belo Monte por ano de energia
Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil
24/04/2010
Para especialista, Brasil precisa de uma Belo Monte por ano de energia
Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O crescimento da economia brasileira vai levar a um aumento no consumo de energia e o país vai precisar a cada ano de cerca de 4 a 5 mil megawatts de capacidade nova instalada. Isso equivale à quantidade de energia estimada para a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que deverá entrar em operação em 2015. A avaliação é do coordenador do Grupo de Estudos do Setor de Energia Elétrica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Gesel-UFRJ), Nivalde de Castro
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
O papel estratégico da Usina de Belo Monte e os riscos políticos do projeto
O Estado de S.Paulo
22 de abril de 2010
'Belo Monte agora tem risco político'
Entrevista Edmar Almeida - Professor da UFRJ
Nicola Pamplona do Rio - O Estado de S.Paulo
Pressões sobre a área ambiental, apoio da Advocacia Geral da União (AGU) para cassar liminares, participação ostensiva da Eletrobrás na formação de consórcios: para o especialista em energia Edmar Almeida, do Instituto de Economia da UFRJ, a atuação do governo foi fundamental para garantir o leilão de Belo Monte. Para ele, essa atitude terá de ser mantida para garantir o bom andamento das obras. Em entrevista ao Estado, ele diz que o principal risco, agora, é político.
Dá para fazer a obra com a tarifa vencedora do leilão?
Edmar Almeida - A questão mais difícil hoje é saber qual o custo dessa usina. São tantos fatores imponderáveis, que é muito difícil alguém dizer se dá ou não dá. Em um projeto como esses, há variáveis de risco com elevado grau de certeza e outras que você tem que adotar hipóteses. Nessas que têm grau de certeza, como custo da mão de obra, da obra civil, as propostas se baseiam em números parecidos. O que pode fazer diferença são as hipóteses que cada uma adota quanto àquelas parcelas que são incertas. Se um é menos conservador do que o outro, tem mais chance de levar.
22 de abril de 2010
'Belo Monte agora tem risco político'
Entrevista Edmar Almeida - Professor da UFRJ
Nicola Pamplona do Rio - O Estado de S.Paulo
Pressões sobre a área ambiental, apoio da Advocacia Geral da União (AGU) para cassar liminares, participação ostensiva da Eletrobrás na formação de consórcios: para o especialista em energia Edmar Almeida, do Instituto de Economia da UFRJ, a atuação do governo foi fundamental para garantir o leilão de Belo Monte. Para ele, essa atitude terá de ser mantida para garantir o bom andamento das obras. Em entrevista ao Estado, ele diz que o principal risco, agora, é político.
Dá para fazer a obra com a tarifa vencedora do leilão?
Edmar Almeida - A questão mais difícil hoje é saber qual o custo dessa usina. São tantos fatores imponderáveis, que é muito difícil alguém dizer se dá ou não dá. Em um projeto como esses, há variáveis de risco com elevado grau de certeza e outras que você tem que adotar hipóteses. Nessas que têm grau de certeza, como custo da mão de obra, da obra civil, as propostas se baseiam em números parecidos. O que pode fazer diferença são as hipóteses que cada uma adota quanto àquelas parcelas que são incertas. Se um é menos conservador do que o outro, tem mais chance de levar.
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sexta-feira, 16 de abril de 2010
Ibama diz que Belo Monte não atinge diretamente terras indígenas
Agência Brasil
15/04/2010
Ibama diz que Belo Monte não atinge diretamente terras indígenas
Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O diretor de licenciamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Pedro Alberto Bignelli, disse hoje (15) que a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA) não atinge diretamente as terras indígenas da região, ao contrário do que afirma a decisão judicial que suspendeu a realização do leilão e determinou que o Ibama conceda uma nova licença prévia ao empreendimento.
“Existem mapas e a anuência da Funai [Fundação Nacional do Índio] ao processo todo, e nenhum mapa do empreendedor nos estudos que foram feitos remetem a essa influência direta, que é justamente a base dessa lei na qual o juiz deu o parecer”, argumenta Bignelli.
Na decisão anunciada ontem (14), o juiz federal Antônio Carlos Almeida Campelo, da subseção de Altamira, argumenta que a emissão da licença prévia pelo Ibama descumpre o que estabelece o artigo 176 da Constituição Federal, que diz que qualquer aproveitamento hidrelétrico em terras indígenas deve ser precedido por uma lei específica.
“Não é o caso de Belo Monte, que não tem nenhuma influência direta sobre terras indígenas. Existem influências indiretas sobre as comunidades indígenas, que estão pleiteadas nas condicionantes, mas, no momento, influência direta não existe nenhuma”, disse o diretor do Ibama, em entrevista à Agência Brasil.
Ele diz que o instituto não trabalha ainda com a edição de uma nova licença, como determinou a decisão liminar do juiz, e que o Ibama está fazendo pareceres técnicos para subsidiar a defesa que está sendo elaborada pela Advocacia-Geral da União.
Bignelli também garantiu que o instituto não tem preocupação com o possível cancelamento do leilão, marcado para o dia 20 de abril. “A preocupação do Ibama é o cumprimento das 40 condicionantes, qualquer que seja o consórcio, que é para o bem da comunidade, para o bem do meio ambiente”, declarou.
Edição: Lílian Beraldo
Leia também:
- Justiça suspende leilão da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte
- AGU trabalha para reverter na Justiça suspensão do leilão de Usina de Belo Monte
- Lula critica ONGs estrangeiras que “dão palpite” contra Belo Monte
- Movimentos sociais vão protestar contra financiamento do BNDES para Belo Monte
- Governo publica edital de leilão da Usina de Belo Monte
- Governo marca leilão de Belo Monte para 20 de abril
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