sábado, 2 de julho de 2011

IBGE divulga dados dos Setores Censitários do Censo 2010

IBGE

01 de julho de 2011

IBGE divulga Malha Municipal e Informações dos Setores Censitários do Censo 2010


O IBGE coloca à disposição do público a Malha Municipal Digital de Setores Censitários do Censo 2010, assim como os dados agregados por setor censitário da Sinopse Preliminar do Censo. A Malha, junto com os dados agregados, permite visualizar resultados do Censo 2010 em um mapa digital. Os setores são as menores unidades territoriais estabelecidas pelo IBGE para fins de coleta do Censo.

Para sua visualização, o IBGE está disponibilizando na sua pagina na Internet uma aplicação Web que permite exploração e visualização dos dados por município/subdistrito/bairro de todos os 316.574 setores censitários.

Os arquivos da Malha Municipal e de Setores Censitários e da Base de Informações do Censo 2010 por Setores Censitários estão disponíveis no link http://www.censo2010.ibge.gov.br/sinopseporsetores/

Para trabalhar com a malha, é necessário utilizar um software de geoprocessamento. Para aplicações mais simples de recuperação de informações georreferenciadas, o IBGE disponibiliza o Estatcart, que pode ser obtido na Loja Virtual ou adquirido nas livrarias do IBGE, assim como um DVD contendo todos os dados e informações necessárias.

A Malha disponibilizada em Unidades da Federação possibilita o cruzamento de informações do Censo 2010 com outras bases de dados compatíveis, o que a torna de fundamental importância para o planejamento de ações institucionais e políticas públicas nos municípios. 

A resolução do arquivo digital é variável: nas áreas urbanas é compatível com escalas cartográficas na faixa de 1:2.000 a 1:10.000 (o que significa que 1 mm no mapa representa entre 2 e 10 metros no terreno) e nas áreas rurais, com escalas na faixa de 1:25.000 a 1:250.000 (1mm no mapa representa entre 25 a 250 metros no terreno).

O IBGE está disponibilizando também, no seu Banco de Dados Agregados (SIDRA), as informações por subdistrito/bairro que podem ser acessadas pelo Sistema de Recuperação Automática (SIDRA), no link http://www.sidra.ibge.gov.br/

É possível construir informações por bairro como, por exemplo, a média de moradores por domicílio, a razão de sexo (número de homens para cada 100 mulheres) e o índice de envelhecimento, que é o número de pessoas idosas (com 65 anos ou mais de idade) para cada 100 pessoas jovens (de 0 a 14 anos). No município do Rio de Janeiro, por exemplo, os bairros com menor razão de sexo são Flamengo, com 50 mil residentes e 73,2 homens para cada 100 mulheres, e Copacabana, com 146,4 mil residentes e 74,3 homens para cada 100 mulheres. Os dois também têm os maiores índices de envelhecimento: 263,1 e 248,6 pessoas idosas para cada 100 jovens, respectivamente.


Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010.

Próximas divulgações: características do entorno e resultados definitivos do Universo

Até o momento, as divulgações do Censo 2010 já retrataram diversos aspectos da realidade nacional. Além da densidade demográfica e da contagem da população – detalhada até o nível de setor censitário e com informações por sexo, grupos de idade e situação de domicílio –, também já foram divulgados resultados preliminares do Universo até o nível de município, tais como condição de parentesco no domicílio, cor ou raça, alfabetização, registro de nascimento em cartório e, ainda, informações sobre os próprios domicílios, relativas ao número de moradores, acesso a serviços básicos saneamento, iluminação e rendimento mensal domiciliar per capita. 

Está prevista para ainda este mês a divulgação das características urbanísticas do entorno dos domicílios. Em outubro, serão publicados os resultados definitivos do Universo, inclusive por setor censitário, além de informações sobre aglomerados subnormais e indicadores sociais municipais básicos. Em novembro, começa a divulgação dos dados preliminares da Amostra. O calendário completo, com divulgações previstas até 2012, está disponível no link: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/calendario.shtm


Comunicação Social
01 de julho de 2011



Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010.




Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010.






 
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Atual "política" indigenista resulta em 513% de aumento da mortalidade infantil de indígenas e maior índice de suicídios do mundo

A "política indigenista" da FUNAI, que prega o isolamento dos indígenas a qualquer custo, está resultando em um custo bastante elevado em vidas humanas: a mortalidade infantil aumentou 513% entre os indígenas  (ver postagem da notícia abaixo). A taxa de mortalidade infantil e a mortalidade geral entre os os indígenas no Brasil sempre foi muito elevada, porque a FUNAI defende a política de evitar o contato com essas comunidades, para supostamente "protegê-las" da influência da cultura "branca".

O resultado é muitos grupos de indígenas não têm direito de escolher o que querem, especialmente quando querem se integrar e ter acesso à tecnologias modernas. O acesso às tecnologias poderia muito bem ser decidido por eles mesmo, que tenham acesso às tecnologias que quiserem, que possam integrar tais tecnologias como quiserem à sua própria cultura, mas não, nem mesmo na área de saúde e medicina o acesso às tecnologias modernas tem sido liberado. Tudo para evitar um suposto "etnocídio" ou o risco do que os antropólogos da Funai e muitas ONGS "indigenistas" chamam de "contaminação cultural". Na prática é uma verdadeira política de "isolamento a qualquer custo". O resultado é o aumento da mortalidade entre os indígenas a um custo insustentável de vidas humanas. Ou seja, em nome do conservacionismo cultural, aceitamos um verdadeiro genocídio lento e gradual. Em algumas comunidades indígenas a mortalidade infantil atingiu 60% no último ano, o que equivaleria a 600 por mil, o que seria o pior índice do mundo, caso fosse um país. Apenas a título de comparação, os dois piores índices de mortalidade infantil do mundo são os de Serra Leoa e do Afeganistão, países historicamente pobres e em guerra civil ou guerras de ocupação que já duram algumas décadas, estão situados na faixa de 150 mortes por mil, no 1o ano de vida.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O brasileiro José Graziano, ex-Ministro de Segurança Alimentar do governo Lula e um dos idealizadores do Fome Zero, é eleito diretor-geral da FAO,

Agência Brasil 

26/06/2011 

Graziano é eleito diretor-geral da FAO

Alex Rodrigues *


Brasília - O agrônomo brasileiro José Graziano, de 61 anos, foi eleito hoje (26) o novo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). Ex-ministro de Segurança Alimentar do governo Lula, Graziano ocupará o cargo no período de janeiro de 2012 a julho de 2015. Desde 2006, ele atuava como representante da agência na América Latina e no Caribe.

A eleição ocorreu hoje durante a 37ª Conferência da FAO, evento que começou ontem (26), em Roma. Com o apoio do governo brasileiro, Graziano recebeu 92 dos 180 votos. O segundo colocado foi o ex-ministro de Relações Exteriores espanhol Miguel Ángel Moratinos. Inicialmente também concorriam ao posto o austríaco Franz Fischler, o indonésio Indroyono Soesilo, o iraniano Mohammad Saeid Noori Naeini e o iraquiano Abdul Latif Rashid.

Indicado para o cargo pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no ano passado, Graziano vai substituir o senegalês Jacques Diouf, que permaneceu por 17 a anos à frente da agência. Ele deixará a direção do órgão em um momento em que a alta nos preços de alimentos tornou-se uma preocupação global, discutida nos principais foros internacionais.

Eleição de José Graziano para FAO é vitória da Política Externa do Brasil

Carta Maior
 
26/06/2011

Eleição de Graziano é vitória da política externa do Brasil

Marco Aurélio Weissheimer
 
Na avaliação do embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, eleição de José Graziano da Silva para a direção-geral da FAO é uma vitória da política externa brasileira, do governo da presidenta Dilma Rousseff e da agricultura brasileira. “A eleição do doutor Graziano significa o reconhecimento do êxito da política externa da presidenta Dilma. Disputamos essa eleição com um candidato muito forte (o espanhol Miguel Anges Moratinos). Foi uma disputa política muito dura onde só um vence. É preciso que se reconheça isso internamente", disse o embaixador à Carta Maior.



A eleição de José Graziano da Silva para a direção-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) é uma vitória da política externa brasileira, do governo da presidenta Dilma Rousseff e da agricultura brasileira, disse à Carta Maior o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, Alto Representante-Geral do Mercosul. “A eleição de Graziano significa o reconhecimento da importância do Brasil na área da agricultura, tanto na agricultura voltada para a exportação, quanto na agricultura familiar, onde o país teve um grande desenvolvimento agrário e social nos últimos anos, com programas altamente eficientes”.

Samuel Pinheiro Guimarães enfatizou o significado da escolha para a política externa brasileira. “A eleição do doutor Graziano significa o reconhecimento do êxito da política externa da presidenta Dilma. Disputamos essa eleição com um candidato muito forte (o espanhol Miguel Anges Moratinos). Foi uma disputa política muito dura onde só um vence. É preciso que se reconheça isso internamente. Foi uma vitória do governo e do Brasil”.

José Graziano da Silva assumirá a FAO num momento em que a segurança alimentar mundial voltou a ser tema de preocupação em virtude do preço dos alimentos. Samuel Pinheiro Guimarães lembrou que há uma demanda crescente por alimentos no mundo, o que abre uma grande oportunidade para o Brasil. “Temos a oportunidade de aproveitar essa situação para gerar receita para o país. Internamente, devemos aproveitar para agregar valor aos nossos principais produtos, como açúcar, soja e outros”.

O Alto Representante-Geral do Mercosul também destacou a importância da eleição de Graziano para as políticas de integração na área da agricultura que vem sendo implementadas no bloco sulamericano. “Isso naturalmente vai facilitar o aprofundamento dessas políticas que avançaram bastante nos últimos anos. Já uma cooperação muito estreita nesta área no âmbito do Mercosul, com um intercâmbio muito importante de experiências como o Programa de Aquisição de Alimentos e as políticas de micro-crédito”.


http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17974

 

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Presidente Lula participa do 2º Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas este fim de semana em Brasília




Vídeo com a fala do Presidente Lula no 2º Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas este fim de semana em Brasília
parte 1



Vídeo com a fala do Presidente Lula no 2º Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas este fim de semana em Brasília
parte2

domingo, 19 de junho de 2011

Estado de S.Paulo


Sábado, 18 de Junho 2011, 20h40

Mapa da miséria e da desigualdade econômica no Brasil

Dados do Censo 2010, que balizaram ações do Brasil sem Miséria, principal programa social da gestão de Dilma Rousseff, detalham onde vivem 8,5% dos brasileiros com renda familiar de até R$ 70

Carlos Lemos, Daniel Lima, Renata Aguiar, Luciana Nunes Leal e José Roberto de Toledo






http://www.estadao.com.br/especiais/mapa-da-miseria-e-da-desigualdade-economica-no-brasil,141007.htm

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Justiça reconhece que Hidrelétrica de Belo Monte não vai alagar terras indígenas

Agência Brasil 

09/06/2011


Justiça reconhece que Hidrelétrica de Belo Monte não atinge terras indígenas


Sabrina Craide

Brasília - A Advocacia-Geral da União (AGU) informou hoje (9) que a 9ª Vara Federal do Pará acolheu os argumentos da Procuradoria-Geral Federal e da Procuradoria-Geral da União (órgãos da AGU) sobre a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). Em resposta a uma ação civil pública, os dois órgãos sustentaram que a usina não será construída em área indígena e não se pode confundir a localização do empreendimento com os impactos ambientais do projeto que poderiam afetar os índios da região.

A ação, apresentada pleo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), pedia a suspensão de atos e processos administrativos relacionados à construção da usina. A entidade alegava que a usina não poderia ser instalada no local previsto porque invadiria terras indígenas. Para a utilização da área, seria necessária a aprovação de lei específica, conforme prevê a Constituição.

Segundo a AGU, o Termo de Referência do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para elaboração estudos ambientais do empreendimento não incluiu as terras indígenas como áreas diretamente afetadas, já que não haverá perda territorial.

A 9ª Vara Federal do Pará acolheu os argumentos da União e destacou, na decisão, que o pedido do Cimi não tem fundamento.

Edição: Vinicius Doria



http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-06-09/justica-reconhece-que-hidreletrica-de-belo-monte-nao-atinge-terras-indigenas

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Violência: Em cinco anos, PM de São Paulo mata mais que todas as polícias dos EUA juntas

R7, 07/06/2011
     
Em cinco anos, PM de São Paulo mata mais que todas as polícias dos EUA juntas  

Corporação paulista matou 6% mais que polícias americanas entre 2005 e 2009

Luciana Sarmento, do R7

Com uma população quase oito vezes menor que a dos Estados Unidos, o Estado de São Paulo registrou 6,3% mais mortes cometidas por policiais militares do que todo os EUA em cinco anos, levando em conta todas as forças policiais daquele país. Dados divulgados pela SSP (Secretaria de Segurança Pública), e analisados pela Ouvidoria da Polícia, revelam que 2.045 pessoas foram mortas no Estado de São Paulo pela Polícia Militar em confronto - casos que foram registrados como resistência seguida de morte - entre 2005 e 2009.

Já o último relatório divulgado pelo FBI (polícia federal americana) aponta que todas as forças policiais dos EUA mataram em confronto 1.915 pessoas em todo o país no mesmo período. As mortes são classificadas como justifiable homicide (homicídio justificável) e definidas pelo "assassinato de um criminoso por um policial no cumprimento do dever".

Para Guaracy Mingardi, ex-subsecretário nacional de Segurança Pública e pesquisador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a diferença no total de mortes do Estado e dos Estados Unidos se deve à própria cultura geral da sociedade brasileira, que tende a apoiar os assassinatos cometidos por policiais e prega que “bandido bom é bandido morto”.

- Nós temos uma diferença. O júri americano tem uma tendência a inocentar [o acusado] porque ele desconfia do Estado. Aqui, apesar de o nosso Estado ser pior, o júri tende a condenar [o acusado] porque ele considera que, se a polícia pegou, é porque ele tem culpa no cartório.